Archive for the 'Reader' Category


Folha de S.Paulo – Temer omite de declaração ao TSE imóvel de R$ 2,2 mi 0

Post direto do meu Google Reader:

Primeiro inventa um processo, depois demente e fala que foi um “erro de digitação”?! Meu deus!! E vocês querem colocar um cara desse abaixo da marionete de dilma!

Temer omite de declaração ao TSE imóvel de R$ 2,2 mi

Vice de Dilma diz que omissão na eleição de 2006 se deve a “erro de digitação’

Presidente da Câmara havia atribuído variação patrimonial de 118% em quatro anos a honorário recebido como advogado

RUBENS VALENTE

DE BRASÍLIA

Vice na chapa da presidenciável petista Dilma
Rousseff, Michel Temer
(PMDB-SP) omitiu um imóvel
de R$ 2,2 milhões na declaração de bens que entregou à Justiça Eleitoral no ato de registro de sua candidatura, nas eleições de 2006.
A omissão foi reconhecida por Temer quando a Folha buscou detalhes de uma explicação que ele havia dado a jornalistas sobre a evolução de seu patrimônio nos últimos quatro anos.
Em julho, assim que Temer entregou sua relação de bens ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a imprensa notou que o patrimônio do deputado e presidente da Câmara havia crescido 118,8% entre 2006 e 2010, em valores já corrigidos pelo IPCA.
O patrimônio passou de R$ 2,29 milhões, em 2006, para R$ 6,05 milhões, em 2010.
Procurado então por jornalistas, o deputado distribuiu, por meio de sua assessoria, uma informação que agora se revela inverídica.
Na ocasião, assessores do deputado afirmaram que o crescimento se devia ao recebimento de honorários advocatícios relacionados a uma
causa que Temer, como advogado, havia conduzido ainda nos anos 70.
A explicação foi divulgada pela imprensa e na internet -incluindo a Folha, na edição de 6 de julho passado.
No dia 5, o portal da internet IG ressaltou a explicação de Temer: “A assessoria ainda disse que a evolução patrimonial de Temer se deu devido a honorários advocatícios
que ele recebeu de uma ação da década de 1970 e que só teve sua decisão final dada recentemente”.
Ao longo dos últimos 30 dias, a Folha quis saber de Temer qual era o cliente da causa milionária. A assessoria do deputado não dirimiu a dúvida, mas reafirmou a
primeira versão sobre os honorários, que teriam sido recentemente recebidos.
A reportagem não encontrou, nos registros da Justiça paulista, nenhuma causa milionária ganha por Temer e, por isso, voltou a indagar a assessoria. A dúvida não foi
esclarecida novamente.
Na última segunda-feira, questionado em São Paulo, o deputado apresentou uma nova versão que desmente explicação dos honorários.
Ele disse que, por um “erro de digitação”, não foi declarada, em 2006, a propriedade de imóveis na região do Itaim Bibi, bairro nobre de SP.
A omissão do imóvel, disse Temer, teria levado à conclusão de que seu patrimônio evoluiu. Para ele, o crescimento foi “de 5%”.
Na declaração entregue neste ano ao TSE, Temer afirmou possuir R$ 2,2 milhões relativos a 4% dos “direitos de aquisição sobre imóveis à rua Aspácia [na verdade, rua Aspásia], rua Iguatemi e rua Tabapuã”, na cidade de São Paulo.
Tal imóvel não constou da declaração de 2006, com a qual ele registrou sua candidatura e se elegeu deputado.
Em casos semelhantes, o Ministério Público tem visto crime eleitoral, previsto no artigo 350 do Código Eleitoral (“omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”).
A Justiça Eleitoral, contudo, tem sido tolerante, sob alegação de que as omissões não têm impacto na disputa eleitoral. O imóvel de R$ 2,2 milhões continuava, até a última quinta-feira, fora da declaração de 2006, o que indica que Temer não retificou a informação até aquela data.

Via

Logo Copa 2014: design e negócios « LOGOBR 1

Post direto do meu Google Reader:

Já tinham me falado sobre essa coincidência (no fim do artigo) e não é difícil de acreditar, ainda mais com raposas comandando o futebol brasileiro e mundial.

Aloha!

É um dos momentos mais emocionantes para mim, para a África e para o Brasil. LINK

Com essas palavras Nizan Guanaes classifica o dia 08 de julho de 2010, quando foi lançado oficialmente o logotipo da Copa do Mundo FIFA 2014. De fato! Pra mim também seria o dia mais emocionante se minha agência fizesse o logotipo de uma Copa. Grana, prestígio, mídia, mídia e mais mídia, mais clientes, entrar para história. Eu ficaria bem feliz mesmo.


Nizan fundou o Grupo ABC, um dos 20 maiores grupos de publicidade do mundo. Mas, voltamos a falar sobre Nizan e suas empresas na parte 2 do artigo. Vamos ao logotipo, sua forma, aplicações, protestos, outros projetos da mesma linha e etc.

Continue Lendo…

Via

Não precisa pedir Bis: Olha a Logística fazendo caquinha de novo! 0

Post direto do meu Google Reader:

Já começa pelo sabor: Limão!

Quem a que um chocolate com sabor limão vai ser gostoso?! Imagino um biz, impossível comer um só, com aquela massa verde, parecida com aquelas bolachas infantis de morando, só o cheiro já enjoa!

Eu já disse e só não coloco o link porque a busca do Twitter é uma boa bosta: No Brasil logística significa “melhor comprar na loja”. Não adianta montar uma campanha super-legal, cheia de parangolés e balangandãs, se ela depender de logística. Seja entrega de convites, seja entrega de produtos.

As lojas simplesmente NÃO SÃO ÁGEIS, A Vivo conseguiu transformar algo como a compra de um iPhone em uma experiência frustrante pra mim, outro dia milhares de consumidores ficaram chupando dedo atrás de PS3, quando um grupo de incompetentes achou que colocando 100 unidades a preço de banana e anunciando isso no Twitter era uma boa idéia, depois foram chamados de ladrões, picaretas e etc, e ficaram magoadinhos. O pessoal do Twix por sua vez não fez as contas, achou que soltar meia-dúzia (dane-se que eram 2 mil, 20 mil ou um Googolplexo) de chocolates que NÃO cobriam nem 1% da área era uma boa idéia. Por sovinice saíram com a imagem arranhada.

Agora é a vez do Bis. Produto fácil, sujeito tem que ser a criatura mais paunocu do planeta pra não gostar de Bis. Se Hitler me oferecesse um Bis eu aceitaria, e olha que tento manter minhas relações com ele no plano puramente comercial. O Brieffing: Lançar em redes sociais o Bis Limão. Idéia: Vamos criar um senso de exclusividade, o produto não estará disponível em lojas, você só poderá comprar online. O Internauta se sentirá especial, privilegiado e mostrará para seus amigos off o Bis Limão, criando uma expectativa entre o populacho público em geral.

Aprovado, vamos executar.

Verba liberada, centenas e centenas de Reais investidos em seeding, tuiteiros fazendo jabá do produto, sites de ecommerce disparando a venda, beleza, certo?

Errado.

Ecommerce no Brasil não sabe e não gosta de trabalhar com produto de baixo valor. No Pão de Açúcar uma caixa de Bis é R$3,20, um valor muito baixo pras chiques lojas online brasileiras. Então já começam alienando quem só quer experimentar, criando um pacote. Você passa a ter que comprar um KIT com 4 caixas, a R$11,99. Mas não termina aí. A nossa amiga, a logística entra pra cagar tudo:

11 dias é forçar a amizade

Ah mas não é possível, Arnaldo, tem algo esquisito nisso. A Mahrcinha deve morar no Acre, Mordor, Atlântida ou outro desses territórios inexistentes pro frete sair tão caro e levar tanto tempo, ou o Submarino tem alguma fixação estilo Lost com o número 11.

Quaaase isso. Uma investigação detalhada no perfil do Twitter indica que ela se esconde na CAPITAL DO BRASIL. Sim, os caras fazem um lançamento nacional na Internet e pra entregar na CAPITAL DO PAÍS pedem 11 dias. O conceito de “compra de impulso” pelo visto não é mais ensinado nas faculdades, ou mataram aula e foram pro bar nesse dia.

Upideite: A Mahrcinha gentilmente forneceu a prova do crime:


Se rolasse um tiquinho menos de ganância, poderiam ter transformado essa brincadeira do Bis Limão em uma experiência mágica, com gente se inscrevendo, recebendo caixas, recebendo vales para dar caixas para amigos, competições nas várias mídias atrás de chocolate, etc. Poderia ser realmente mágico, mas oompa loompa, oompa di du, tudo que eles querem são seus onze Reais.

Via

moovee.me – processo criativo e lançamento 0

Post direto do meu Google Reader:

Post feito pelo Daniel Sollero sobre o Moovee.me.

Há pouco mais de um mês, o moovee.me fez um mês de vida e completou marcas que não imaginávamos possível até então. Muito disso se deu por conta do Brainstorm9 que foi o primeiro blog a falar sobre o serviço.
Muito porque eu escrevo aqui, porque chamei todos os colaboradores para serem Beta testers e tal. Mas o fato do serviço ser legal e viciante, faz com que as pessoas voltem sempre. Eu escrevi um post sobre os bastidores do moovee.me no meu blog pessoal e o Merigo leu e pediu para eu escrever algo mais focado no nosso processo criativo para a criação do site. E aqui vou eu obedecer o chefe ;) .

A idéia

Tudo começou com uma idéia de fazer aplicativos para o iPhone. Eu e o Thiago Campezzi começamos a pensar em idéias legais para um aplicativo. Queríamos algo simples e útil como o Instapaper, um serviço e aplicativo que nós adoramos e usamos diariamente no iPhone. Chegamos a abrir um Google Wave (lembra?) para fazermos alguns brainstorms remotos em que várias idéias de aplicativos apareceram mas nenhuma que nos encantasse. Mas continuamos pensando em como seria esse aplicativo. Ele deveria ser baseado no comportamento e não ser apenas uma ferramenta. E foi aí que a ficha caiu. Notamos que as pessoas já tinham o hábito de comentar sobre filmes no Twitter. E em 140 caracteres. Por que não fazer um aplicativo para facilitar isso? Eureka! (sempre quis escrever isso num post). Começamos a desenhar como esse aplicativo funcionaria. Não demorou muito para notarmos que ele precisaria de um serviço todo por trás para que ele funcionasse direito. Reavaliamos e vimos que seria melhor começar pelo site e depois fazer o aplicativo de iPhone.

O serviço

Ainda sem nome, o foco do serviço seria reviews rápidos associados a uma nota e feitos por amigos. Queríamos que o site se tornasse um guia de cinema super-relevante. Você conhece o gosto dos seus amigos e se há um filme que eles avaliaram bem, é capaz disso servir como uma recomendação melhor do que a de um crítico de cinema.
A parte dos reviews rápidos era clara. Pouca gente tem paciência para ler resenhas extensas sobre filmes. E menos gente ainda tem a paciência para escrever tanto.
Precisávamos buscar uma API que nos forncesse os dados dos filmes. Claro que o IMDB foi o primeiro que veio a mente mas, como eles cobram pelo menos US$15 mil por ano e nós não tínhamos essa verba disponível tivemos que procurar uma opção gratuita. Não achamos nenhuma em português mas achamos o da Netflix. E por conta dessa escolha, optamos por fazer o serviço para o mercado internacional.

Benchmark

Com a definição do mercado feita, começamos a procurar outros sites no exterior que tivessem um posicionamento como o nosso. Reviews de filmes em até 140 caracteres. Dos vários que vimos, nenhum tinha o nosso posicionamento. Alguns não tinham reviews, outros não limitavam a 140 caracteres e outros não eram focados em filmes. O único que tinha essa semelhança era o blippr mas que não se limitava a filmes e, honestamente, achamos um pouco poluído. A nossa idéia era seguir mais a linha simples do Twitter e Foursquare.

O primeiro teste

Enquanto procurávamos serviços semelhantes, o Thiago começou a desenvolver o serviço usando a API da Netflix. Rapidamente um primeiro modelo tosco estava pronto e poderíamos testar. Na primeira vez que entramos cada um fez uns 40 reviews direto e constatamos algo sensacional: era um serviço viciante para os amantes de filmes. Agora é fazer o negócio acontecer.

Wireframes e Layouts

Chamamos amigos para fazerem o layout e programação do site e o Demian e Renan entraram na pilha e resolveram fazer esse freela conosco. A nossa primeira reunião presencial foi no Prime Burger e nela já começamos a desenhar os wireframes do site e até acrescentar algumas novas funcionalidades que não estavam previstas no começo. A principal delas era a fundamental Wishlist. Com os wireframes prontos, o Demian começou a fazer os layouts e o Renan a pensar em como funcionariam os detalhes do site.

Os Beta testers

Antes de ter o layout pronto, chamamos alguns amigos para testar o site e ver se ele realmente era viciante. O layout tosco (a dupla Demian e Renan ainda não tinha terminado tudo) afetou um pouco o resultado mas os que conseguiram abstrair começaram a curtir muito. Colocamos o layout inicial no ar e lembramos os Beta testers de que ainda existíamos. Eles entraram e aí a coisa mudou de figura. Começou uma disputa informal pela primeira posição dos Top Users. A unica diferença dessa versão para a que lançamos para o público era que nessa a relação entre friends e followers não estava pronta. Nem seguir as pessoas você podia ainda. Quando chegou mais perto do lançamento resolvemos isso.

No ar!

Colocamos o site no ar e avisamos pelo Twitter. O Merigo publicou uma rapidinha aqui no Brainstorm9 e e tuítou sobre o post. Rapidamente começamos a ter um volume absurdo de visitas, cadastros, reviews e mencões no Twitter sobre o moovee.me. E aí vimos que o que tínhamos pensado que seria um lançamento tranquilo e que teríamos tempo para ajustar o que faltava, não aconteceu. Tivemos que correr para resolver os problemas que apareceram com o uso real do serviço. Mas é exatamente isso que o livro Rework indica. Lance rapidamente o site e vá corrigindo de acordo com a necessidade. E foi o que fizemos.

Rework

Eu tinha muito receio em relação às dicas do Rework. Eu achava impossível aplica-las na publicidade. Em um projeto de um cliente e por aí vai. Mas com o moovee.me foi diferente. Consegui entender e ver que elas são aplicáveis sim. Talvez não em projetos de terceiros mas no seu projeto as dicas são ótimas e funcionam. E são coisas simples como:
- Scratch your own itch: O moovee.me é algo feito para nós. Nós queríamos/precisavamos desse serviço
- Draw a line in the sand: Nós sabemos o que queremos. Uma rede social de reviews rápidos de até 140 caracteres.
- Ignore the details early on e Launch now: Lançamos o moovee.me antes de ele ter todas as funcionalidades que gostaríamos. E isso foi bom.
- You need less than you think: Tudo o que temos está nos nossos computadores, numa conta de US$24 no Basecamp e no custo do servidor. Esse foi o nosso investimento. Além do nosso tempo, claro.
- No time is no excuse: Fizemos o site todo no nosso tempo livre. Madrugadas e fins de semana. Dá para fazer.
- Underdo your competition: Existem outros sites de resenhas de filmes. Mas não de resenhas em até 140 caracteres. Existem outros sites de reviews de 140 caracteres mas não focados apenas em filmes. Em ambos os casos, nós fazemos menos que a concorrência. Quem chega hoje no moovee.me sabe exatamente o que vai ter.

E tem várias outras dicas bem legais e que aplicamos bastante no desenvolvimento do serviço.

O que eu (re)aprendi nesse primeiro mês?

Aprendi muita coisa mas também notei que tudo o que eu sabia por experiência com clientes é mais real do que as pessoas imaginam.
- Facilitar o aspecto social do serviço é algo que fez a diferença: O Twitter é quem gera o maior tráfego do site e o fato de dar possibilidade de as pessoas divulgarem suas opiniões usando-o é fundamental.
- Formadores de opinião importam: Sem o post inicial no Brainstorm9 e em outros blogs com bastante visitação e perfis relevantes no twitter nada aconteceria nessa velocidade. 40 mil reviews de 5 mil filmes diferentes nesse período foi algo acima de qualquer das nossas expectativas mais otimistas.
- Mantenha-se vivo na timeline: seja no Twitter ou no Facebook, se você sempre aparecer lá, as pessoas vão lembrar do perfil. Novamente dar ferramentas para as pessoas compartilharem sua opinião é o que faz com que isso aconteça.
- Monitore e responda as redes sociais: Sempre que citam moovee.me no Twitter, nós respondemos. Sempre que falam conosco, respondemos. Se não sabemos a resposta, falamos isso.
- Rede social é onde os meus amigos estão: Seguir os seus amigos do Twitter que tem perfil no moovee.me é algo que faz com que as pessoas esqueçam um pouco a solidão de começar um perfil numa rede social nova.
Um pouco de competição não faz mal: Transformar o serviço em um jogo também dá resultado (vide Foursquare e Gowalla e Yahoo!Respostas). Hoje temos apenas dois tipos: Top users por reviews e por quantidade de followers. Mas vem mais por aí.
- Boca a boca é tudo: O endosso de terceiros gera um maior número de conversões em cadastros (90% dos que entram na página de cadastro o concluem), maior tempo passado no site (8 minutos) e divulgação espontânea (Whuffie, Social Currency.

Novamente, tudo isso eu já sabia pelos trabalhos que fiz para vários clientes mas de alguma forma, quando o negócio é seu e você se envolve de ponta a ponta, a visão muda sensivelmente. Quando você vê que a sua marca pulou de 167 resultados no Google para mais de 340 mil resultados em um mês a percepção do alcance real muda.

E com isso comecei a reler alguns livros com outros olhos. Tribes do Seth Godin, The Anatomy of Buzz Revisited, Groundswell, Crowdsourcing e o já clássico Here Comes Everybody. Livros muito bons mas que agora notei detalhes bem legais que haviam passado batido na primeira vez que li. Recomendo todos esses a quem quiser se aprofundar no funcionamento de redes sociais. No aspecto comportamental do negócio.

Via

Datena, os Ateus e a Incitação ao Ódio 0

Post direto do meu Google Reader:

Já comentei no Twitter: Nunca gostei do Datena, para mim sempre foi um babaca!

Não assisto o programa dele, e nem tinha ficado sabendo sobre esse ataque dele, porque? Um fato tão ridículo como esse deveria ter sido mais divulgado.

Queria ter visto o vídeo dele falando, mas não achei.

Houve um problema técnico com os comentários no post anterior, e aproveitando o vídeo gravado pelo crítico e editor do Cinema em Cena, Pablo Villaça, renovo o alerta.

Relembrando, uma transcrição das manifestações de intolerância em rede nacional pelo apresentador José Luiz Datena podem ser lidas aqui.

Orientações para medidas legais que todos e cada um podem tomar, aqui ou aqui.

Via

Designer critica logo da Copa 2014: "É uma porcaria" 0

Post direto do meu Google Reader:

Muito bom, ver que tem gente, digamos,com nome, que também acho esse logo ruim.

E como eu já tinha colocado aqui:http://i.magini.me/2010/06/brasil-ja-tem-logo-para-a-copa-2014

Dayanne Sousa

O logotipo da Copa do Mundo do Brasil não representa o país, sentencia o designer gráfico Alexandre Wollner. Autor de mais de 180 logotipos – entre eles alguns bem familiares, como o do Itaú ou da Papaiz – ele ficou bastante insatisfeito com a marca oficial da Copa de 2014. “É uma porcaria”, lamenta.

A piada que ficou famosa no Twitter depois da divulgação do logo nesta quinta (8) comparou a marca com a silhueta do líder espírita Chico Xavier. Wollner também enxergou no desenho um rosto, mas fez uma crítica ainda mais ferrenha.

- Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo “que vergonha”. Sabe quando você fala “que vergonha” e põe a mão no rosto?

O objetivo do logo é representar a taça da Copa usando mãos que se entrelaçam. A escolha, porém, foi cercada de polêmica. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) publicou uma nota em que disse que foi excluída do processo pela Fifa. Além disso, o júri que elegeu o vencedor não foi composto por especialistas, mas tinha a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo.

Para Wollner, o processo foi antiético:

- É isso que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo.

Leia a entrevista na íntegra.

Terra Magazine – O que você achou do logotipo da Copa 2014?

Alexandre Wollner – É uma porcaria. Uma porcaria e uma coisa muito antiética. E as pessoas que estão reclamando participam também de coisas antiéticas. Só porque não participaram estão brigando com todo mundo. Aqui no Brasil não tem condição nenhuma de, profissionalmente, falar o que é design. Tudo isso são oportunistas, é publicidade!

Você está falando da crítica sobre quem foram os jurados que escolheram o logo?
Você imagina o júri que escolheu… Que é isso? Não tem o que se comentar. Já houve concursos semelhantes que muitos profissionais participaram com um prêmio assim de R$ 15 mil. Eu tenho certeza que esse prêmio aqui foi uma barra de chocolate suíço. É uma coisa só pra aparecer, uma coisa de prestígio.

Muita gente criticou. O logo ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter porque muita gente não gostou mesmo. Por que você acha que teve essa rejeição?
Não se pode gostar de uma coisa dessa. Você pode ver. Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo “que vergonha”. Sabe quando você fala “que vergonha” e põe a mão no rosto? O desenho foi aleatório.

Falando de design, o que é que um logotipo tem que representar? Como é a pesquisa para criar um logo como esse?
Tem que respeitar a cultura do país que está representando. Se não respeitar, não tem significado nenhum. A cultura do país tem que ser feita pelo país, pelos profissionais do país. Pode ser que tenha sido feito por um brasileiro, mas não foi feito por especialistas, gente que faz a representação visual do país.

Você gostou do logotipo desta Copa, da África?
Também foi ruim. Não sobrevive, fica efêmera. Acabou a Copa e você nem vai lembrar mais. Uma simbologia não fica só no sinal, ela fica em tudo: na comunicação, nos equipamentos que você produz. Nessa Copa da África, os edifícios dos estádios são maravilhosos, mas você não vê nenhum sinal em volta. Fica uma coisa parada.


Então que outras criações você acha interessantes?
A única Olimpíada que deu resultado e que mudou a nossa cultura foi a Olimpíada de Munique de 1972, que resultou nos pictogramas que hoje são usados (em 72, ficaram famosos os desenhos que representavam a silhueta de vários atletas praticando esportes olímpicos). Em todo lugar, em todo o mundo se usa a mesma coisa. Foi usado em São Francisco, foi usado no Japão. Foi distorcido um pouco na Espanha. Mas já deu um significado de representação cultural de um país. Foi a primeira Olimpíada em que decidiram não usar a bandeira. Não adianta usar a bandeira da Alemanha porque não é só a Olimpíada da Alemanha, é do mundo todo.


Falando nisso, esse nosso logo é verde e amarelo, as cores da bandeira.
Não precisaria ser verde e amarelo. Poderia ser laranja, preto… O país vai patrocinar, mas o país não vai ser o vencedor da Copa. Pode ser que seja, pode ser que não seja. Só com verde amarelo é fácil. Qualquer coisa faz verde e amarelo. Verde e amarelo é um dos elementos do sinal do Brasil, mas não é o sinal do Brasil.


Então você acha que não houve bons designers participando do concurso?
Não é o designer que tem que fazer. Ele tem que participar, inclusive como coordenador. Mas não é só designer que aparece. Aparece estilista de uniformes, aparece a publicidade. E o designer deveria coordenar essas coisas. Não é só fazer a marquinha. É um complexo muito maior. Uma coisa muito profissional que aqui no Brasil não tem essa cultura. Então ganham as agências de publicidade, que estão destruindo todas as marcas.


Eu gostaria que você falasse um pouco mais sobre o que você chamou de falta de ética. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) reclamou que havia um combinado com a Fifa e que não foi respeitado.
É essa que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo. E quem dirige os profissionais também não se manifesta. Isso deveria ter sido feito com mais responsabilidade, porque é importante.

Via

Sobre a Copa do Mundo e como somos maus perdedores. | Byte Que Eu Gosto! 0

Post direto do meu Google Reader:

Eu ja comentado com uns amigos, acho brasileiro arrogante. Todo mundo reclama dos Argentinos, mas conseguem fazer pior, e só pensam em colocar lenha na fogueira. Bom, o texto já diz muito.

Eu ia ficar quieto, mas não consegui. Eu tentei, exercitei por uns dias a fina arte de me manter calado, mas não consegui. Sei que esse blog é um blog nerd, de tecnologia, para os geeks, etc. e tal. Mas além de gostar de tudo isso eu também sou louco por futebol. E como qualquer um que ama o esporte fico simplesmente em outro estado na Copa do Mundo. Não apenas pelo Brasil em si, mas pelo que o evento representa. É um esporte podre em seus bastidores, mas ao mesmo tempo é algo que mexe com nosso corações e almas. A bola é a verdadeira linguagem universal, seja lá de qual for o esporte. Ela não precisa se apresentar a ninguém, basta quicar, rolar, voar.

Resolvi escrever esse off-topic pois não aguentei ver todas as “notícias” falando sobre a eliminação da seleção brasileira por esse jornalismo ridículo que possuímos. Fomos eliminados nas quartas-de-final na Copa, mas em se tratando de jornalismo esportivo não passaríamos nem pelas eliminatórias.

O Brasil foi eliminado por um simples motivo, em linguagem esportiva: “we’re outplayed”. Sabem o que significa isso? Eles jogaram melhor do que nós. Robben com toda a sua experiência catimbou tudo e mais um pouco, colocou o juiz no bolso e o resultado foi o que vimos. Chegamos ao ponto de ver Robinho, um dos maiores canelas de vidro e cai-cai da história, reclamando da ‘firula’ executada pelo holandês. Mágica futebolística a parte, o jogo é bem simples. Quem fizer mais gols ganha. E eles fizeram 2, nós fizemos um. Esta foi a 19a Copa do Mundo, ganhamos 5. Mais de 25% do total, é um aproveitamento ASSUSTADOR considerando que ainda perdemos duas finais. Ou seja, já passamos pela tristeza e frustração da derrota QUATORZE VEZES. 14. Já passou muito da hora de ACEITARMOS A DERROTA. RECONHECERMOS A SUPERIORIDADE DO ADVERSÁRIO. Chega dessa arrogância tupiniquim de dizer e procurar motivos pelos quais perdemos. É um maldito jogo de futebol. Sermos penta-campeões em nada influencia nossa economia, educação, saúde.

O Senador Cristovam Buarque disse: “O Brasil ficou entre 8 melhores do mundo no futebol e ficou triste. É 85º em educação e não há tristeza”. Percebem como somos um povo medíocre? E ainda temos a audácia de chamar os argentinos de arrogantes. Nunca me esquecerei de uma derrota sofrida pelos hermanos para a Colômbia dentro de casa, por 5×0. Humilhante. Motivo de vaias e linchamento. Mas a torcida estava cantando o HINO NACIONAL dentro do estádio. Porque eles sabem que o mundo não acabava ali. Haverá outros jogos, outras copas. Não foi a primeira derrota, nem a última. Nós é que somos uns malditos arrogantes. Somos incapazes de aceitar a derrota, temos que procurar explicações, motivos para justificar nosso fracasso. Impossível ser mais arrogante do que isso.

Vejo na TV a opinião de numerólogos, astrólogos, videntes, querendo ‘explicar’ o que levou o Brasil a ser eliminado. Com todo o respeito, senhores, enfiem suas explicações esfíncter adentro. Se vocês tivessem a mesma capacidade para propor soluções as mazelas do país que tem em inventar, agir como charlatões, enganar, ludibriar e FALAR MERDA, chegaríamos ao primeiro mundo de foguete.

Queira foder-se toda a imprensa e todos os imbecis que não entendem que o futebol é um esporte. E respeitem o Dunga, mesmo que discordem dele. Eu discordo de diversas pessoas todos os dias e nem por isso mando-as à merda ou chamo-as de burras como o povo insiste em fazer quando diz respeito a futebol. O cara aguentou 20 anos de humilhação com a “Era Dunga”, um cara que VENCEU UMA COPA, FOI VICE EM OUTRA. Conta-se nos dedos os jogadores que obtiveram essa glória. O Maradona, tão idolatrado por aqui ergueu uma taça com um gol de mão.

E antes que eu me esqueça: Tadeu Schmidt, vá tomar no cu.

Via

Normalmente acho esses vídeos sobre sustentabilidade e… 0

Post direto do meu Google Reader:

Muito bom esse video. Muita coisa eu já sabia, mas é sempre bom relembrar!

Normalmente acho esses vídeos sobre sustentabilidade e preservação do planeta meio irritantes e entediantes, mas esse é bem legal. Vale a pena perder os 20 minutinhos assistindo :)

Via

Italian-Designed Space Saving Furniture 0

Post direto do meu Google Reader:

Sensacional esses móveis feitos para quem não tem muito espaço. Criados pela resource furniture.

Ron Barth, President of Resource Furniture, demonstrates and explains their amazing line of Italian-designed space-savers.

(thank you joelzimmer)

Via

Na moral… 0

Post direto do meu Google Reader:

Gostei muito dessa iniciativa. Mas achei essa multa moral muito.. digamos.. amigável.
Eu gostaria de uma versão mais agressiva, algo como o http://www.iparklikeanidiot.com/

A rigor, nem precisamos de leis: sabemos o que é razoável. Não é sensato estacionar sobre a faixa de pedestres, pôr o lixo fora do horário, “varrer” a calçada com água corrente, abandonar o cocô do cachorro etc…  que lembra CET: nos finais de semana, há apenas dois agentes cobrindo Pinheiros, Vila Madalena e Lapa. Não é diferente com outras instituições públicas. Ora, tudo bem, a gente se entende sem ninguém vigiando - isso idealmente, porque na real…  Mas a frustração acabou! rsrsrs… Com um talonário desses no bolso (clique na imagem para ampliar), talvez seja possível difundir uma convivência mais equilibrada entre todas as espécies de nossa floresta. No fundo, antes de punição, temos de nos desenvolver mais e mais como cidadãos. Quem sabe isto ajuda. 


A procura surpreendeu a gerência!
Mandamos fazer um tanto, mas já foi tudinho de oliveira.

Quer um talonário pra você?
Acesse o link abaixo e faça o download 
do PDF. Está em preto  e branco, basta pedir impressão em papel amarelo claro.
http://arvoredavila.files.wordpress.com/2010/05/multa-moral.pdf

Via