Archive for September, 2010

Não existe mais liberdade de se denunciar a maracutaia dentro do Palácio do Planalto | Prosa e Politica 0

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Quando temos um dos fundadores do PT participando e falando uma coisa dessas, temos certeza que há algo errado com esse atual governo!!

Não existe mais liberdade de se denunciar a maracutaia dentro do Palácio do Planalto


Juristas e personalidades lançaram, no início da tarde de hoje, um manifesto em defesa da democracia e da liberdade de imprensa e de expressão, em ato em frente à faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O documento já foi assinado por pelo menos 380 pessoas, como o jurista Hélio Bicudo, o Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo, D. Paulo Evaristo Arns, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Velloso, os atores Mauro Mendonça e Carlos Vereza, e intelectuais, como Ferreira Gullar. O ato reuniu cerca de 250 pessoas, segundo a Polícia Militar.


O jurista Hélio Bicudo leu num microfone o texto do manifesto, que fala nos riscos do autoritarismo. “É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade”, diz um trecho (leia a íntegra aqui).

O ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior disse que jornalistas estão sendo ameaçados em sites do PT. “Não existe mais liberdade de se denunciar aquilo que envergonha o país, que é a maracutaia dentro do Palácio do Planalto”.

O ato foi lançado depois que Lula acusou a imprensa de agir como um partido político.

Para assinar o Manifesto em Defesa da Democracia, clique aqui. Atenção: assim que você se cadastrar e clicar no “continue”, o site remete para uma página que pede doações para petições online. É um dispositivo próprio desse tipo de ferramenta, que é livre. VOCÊ NÃO PRECISA DOAR NADA! BASTA IGNORAR!

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José Geraldo Couto: Dúvidas em Itaquera 0

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Acho que ele disse tudo!!!

Tenho essas mesmas duvidas, por isso que sou contra. Não ao estádio do corinthians, sou contra a copa, e contra a copa em São Paulo

Dúvidas em Itaquera

Confusão entre paixão pessoal e interesse público marca discussão sobre estádio da Copa do Mundo

“COMO CORINTIANO, você vai falar bem da escolha da futura arena do Timão em Itaquera como o estádio paulistano da Copa-2014?”

Ouvi essa pergunta de vários leitores e amigos. E não soube o que responder.

Antes de mais nada, é preciso dirimir uma confusão muito comum em nosso país tão pobre de tradições democráticas e republicanas. Torcer pessoalmente por um clube não implica que, em minha função pública, que é a de jornalista, eu vá defender tudo o que ele faz ou festejar tudo o que supostamente o beneficia. Se o presidente Lula não consegue separar a esfera do público e do privado, acho que eu consigo, ou pelo menos tento.

Não tenho conhecimentos técnicos de engenharia nem de economia para entrar no mérito da viabilidade e da conveniência do projeto Itaquerão-2014. Sei que a escolha tem prós e contras. A forma como foi feita é no mínimo lamentável.

A interferência direta do presidente corintiano da República, a aprovação da CBF para um projeto que nem chegou a ler, a solução tardia e abrupta com cara de “carta tirada do bolso do colete”, tudo isso deveria deixar com o pé atrás o cidadão brasileiro, qualquer que seja seu time.
Por fim, a pergunta que não quer calar: será que não haverá mesmo injeção de verba pública na obra? E outra, mais inquietante: o que a Odebrecht ganhará em troca dos R$ 335 milhões previstos para a construção do estádio?

“Não existe almoço grátis”, costumava dizer o dono e editor deste jornal, Octavio Frias de Oliveira. Ao ler o noticiário sobre o assunto, lembrei da sábia frase, que nos incita a uma saudável desconfiança diante dos poderes político e econômico.

Cabe, portanto, ficar de olho nos desdobramentos e consequências desse enorme conchavo.

Que a sofrida população da zona leste merece um grande estádio de futebol (assim como merece cinema, teatro, bibliotecas, boas escolas etc.), ninguém discute.

Mas será que o estádio projetado será adequado aos interesses e às posses dos moradores da região? Ou será concebido para receber o público bem-pagante da Copa e depois ficará como um monumento inútil, inacessível ao torcedor comum?

Nesse caso, seria mais útil gastar esse dinheiro, por exemplo, reformando o velho e bom Pacaembu. Que tal completar o anel da arquibancada, eliminando o horrendo tobogã? Que tal construir banheiros decentes para o torcedor e sua família? Mas isso não dá mídia, nem voto, nem benesses oficiais.

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Ditadura cromática – boris feldman 0

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Já comentei sobre esse assunto muitas vezes aqui no blog. Quero ver como vai ser o salão do automóvel!

Basta olhar nas ruas, estacionamentos e garagens para constatar: a absoluta maioria dos carros são nas cores preto e prata. Ouça o Auto Papo para saber mais sobre essas opções.

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