Archive for October, 2007

Vectormagic 1

 

Já precisou vetorizar alguma imagem ou um logo, e quando tentou usar o Corel ou o illustrator para lhe adiantar, mas ele acabou piorando o serviço? Bom, comigo já aconteceu. Talvez por isso me surpreendi tanto com o VectorMagic.

VectorMagic promete vetorizar qualquer imagem, desde um logo de 2 cores até fotos, e ainda promete ser mais inteligentes que  o corel e  o illustrator, pode ver a comparação aqui. O detalhe: ele é online e de graça.

Você manda imagem, responde algumas perguntas e pronto, ele irá fazer tudo em pouco minutos. Ainda te dá algumas opções de correção e disponibiliza o arquivo em EPS e SVG.

Vale lembrar que, como é automático, fazer algumas alterções a mão pode ser necessário para ter um arquivo perfeito. outra observaão seria sobre fontes: Nunca a vetorição da fonte ficará tão boa quanto a propria fonte, convertendo em curva em seguida para não ter problemas.

Eu no Google 0

Hoje teve um show do Autoramas na FIESP, foi curto, mas de graça e muito bom, melhor se eu num tivesse perdido a hora. Mas o motivo do post é outro. Não sei porque quando se busca no Goolge por "autoramas fiesp" o primeiro resultado, antes mesmo do próprio site da FIESP é o Last.fm, e em seguida o meu perfil.

Atalhos do PhotoShop 0

Quando discutíamos sobre limpeza e organização de PSDs, percebi que quando eu passei a utilizar atalhos foi muito mais simples de manter um PSD limpo e fácil de ser modificado por outras pessoas. Os atalhos reduziam o número de passos para se executar certas ações, por incrível que pareça ir com o mouse até o botão leva um tempo. Então selecionei alguns atalhos que podem facilitar e aumentar sua produtividade.

Para mover layers:

  • Ctrl + ] = mover para cima
  • Ctrl + [ = mover para baixo
  • Ctrl + Shift + ] = mover para o topo
  • Ctrl + Shift + [ = mover para o fundo

Mover layers pode parecer um pouco inútil, mas sempre que vamos copiar um elemento do site para colocá-lo no em outra área, e essa cópia acaba ficando por perto do elemento de origem, sujando o arquivo. Esse atalho facilita nossa vida em arquivo com muitos layers, evitando que esses layer sejam arrastados ao infinito.

Para clonar layers:

  • Ctrl + J = clonar layer na exata posição
  • Ctrl + Alt + setas (direita, esquerda, cima, baixo) = clonar movendo um pixel
  • Ctrl + Alt + Shift + setas (direita, esquerda, cima, baixo) = clonar movendo 10 pixels
  • (seleção) + Ctrl + J = clona apenas a seleção em um novo layer
  • (seleção) + Shift + Ctrl + J = recorta a seleção para um novo layer

Para criar novo layer:

  • Ctrl + Shift + N = novo layer

Esse atalho também ajuda na organização do PSD, pois mostra a janela de propriedades do layer, facilitando a nomeação do layer.

Para controlar blending modes:

  • Shift + “+” ou “-” = navega pelos blending modes
  • Ctrl + Shift + C, N, M, S, D = seta um blending especifico…
    • C = color
    • N = normal
    • S = screen
    • M = multiply

Para nodificar textos:

  • Ctrl + Shift + , = diminui fonte em 2 pixels
  • Ctrl + Shift + . = aumenta fonte em 2 pixels
  • Ctrl + Shift + B = bold
  • Ctrl + Shift + I = italico
  • Ctrl + Shift + U = sublinhado
  • Ctrl + Shift + / = riscado
  • Ctrl + Shift + K = Caixa alta
  • Ctrl + Shift + H = Caixa alta pequena
  • Ctrl + Shift + C = centralizado
  • Ctrl + Shift + L = alinhado a esquerda
  • Ctrl + Shift + R = alinhado a direita

Outros atalhos úteis:

  • Ctrl + ; = apaga/mostra guias
  • F = full screen:
  • Ctrl + E = merge layers
  • Ctrl + Shift + C = copy merged layers
  • Ctrl +Alt + Shift + E = copiar visível e colar em um novo layer
  • Ctrl + Alt + (click em uma pasta de layers) = abrir e fechar pastas

Pode-se também configurar outros atalhos de acordo com sua necessidade pelo painel de atalhos (Ctrl +Shift + K). Alguns atalho úteis, configurados por mim, que me ajudam muito a fazer um PSD mais organizado são:

  • Ctrl + Shift + , = criar pasta a partir de layers linkados

Linkar layer que fazem parte de uma mesma composição é normal, mas porque não colocá-los em uma pasta?

  • Ctrl + Shift + . = deletar layer

Deletar layers é básico, mas com um atalho para isso o tempo gasto é bem menor.

  • Ctrl + Alt + C =crop

Quem quiser saber mais sobre atalhos do PhotoShop e até baixar um guia de atalhos pode visitar esta página.

Vale lembrar que para fazer um bom PSD é preciso deletar os layers inúteis, invisíveis e efeitos desnescessarios, ações que podem ser configuradas com um simples atalho!

Revolução colorida 0

Motoristas que fogem da dupla preto-prata têm de enfrentar espera anormal pelo carro

CELSO DE CAMPOS JR.

No mercado automotivo brasileiro, a vida não é um arco-íris -ao menos no que diz respeito a quem está em busca de um carro que fuja de prata, preto, cinza e branco, cores dominantes no grisalho trânsito do país.
Com 72% dos carros na América do Sul pintados nesses tons, segundo a DuPont, a maior fornecedora de tintas para montadoras, é cada vez mais raro achar as ovelhas coloridas.
A consultora de RH Erika Knoblauch que o diga. Após perambular sem sucesso por diversas concessionárias à procura de um carro vermelho, encontrou na Honda a possibilidade de encomendar um Fit. Seria entregue em dois meses -mas ela teve de esperar cinco.
“Chegaram a me sugerir até comprar um branco e repintá-lo, o que não faz o menor sentido”, diz Knoblauch, fã dos rubros desde 1978, quando teve um Ford Corcel 2 vermelho.
Outra vítima da ditadura das cores foi o metroviário Gilberto Pinheiro de Araújo. Ao adquirir uma Fiat Palio Weekend vermelha, recebeu a promessa de que a perua estaria em sua garagem em 30 dias úteis.
“Vendi meu carro e prometi ao comprador entregá-lo em um mês, pois já estaria com o novo. Entreguei meu carro, mas nada de o zero chegar. Foram 70 dias úteis de espera.”
Knoblauch não se conforma com o encolhimento do mercado dos coloridos. “Na Audi, por exemplo, há fila de espera pelos carros vermelhos. Se há a demanda, por que não há oferta?”
A filial brasileira confirma que pode haver lista de espera aqui no Brasil por cores como vermelho e branco, por terem uma procura mais baixa.

Medo da revenda
Para a Honda, essa procura não é tão grande assim. “A revenda solicita o que quer receber, e acreditamos que seu pedido vise atender à demanda”, diz Marcos Martins, gerente de venda da montadora.
Procurada pela Folha, a Fiat não se pronunciou.
Ainda que sejam atraídos por cores exóticas, muitos motoristas fogem das cores mais ousadas pelo medo da depreciação na revenda. “É realmente uma exigência do mercado. Preto e prata costumam alcançar um melhor preço, além de venderem mais rapidamente”, confirma Andréa Lazaro, da AutoMottivo Multimarcas.
A psicologia também tem sua explicação. “Muita gente opta por preto ou prata nos carros porque busca status e sofisticação”, analisa o psicólogo Paulo Félix, da Associação Pró-Cor, que reúne profissionais de diversas áreas. “Mas a escolha por essas cores também revela insegurança, pois impede que os motoristas expressem seus verdadeiros sentimentos.”
Com tudo isso, a previsão para 2008 ainda é de nebulosidade na avaliação do designer de cores Marcos Quindici, da Rainbow Brasil. “A tendência é de inclusão de subtons coloridos no prata. Cores vivas ainda continuam identificadas com os modelos esportivos.”

Até esportivos se rendem à dupla, mais propensa a acidentes

Com a ampla propagação da onda grisalha no trânsito, até os modelos esportivos estão sob ameaça. Ainda que as montadoras sigam apostando nas cores alternativas, as vendas levam os esportivos para o lado negro -e prata- da força.
Quando o Civic Si chegou ao mercado, em março, a Honda apostou na cor vermelha. Nos primeiros dias de produção, 60% dos carros fabricados eram rubros, e 40%, pretos.
Mas, para atender a pedidos do mercado, a montadora incluiu o prata no “mix” de cores do Civic Si. Hoje, a cor vermelha restringe-se a 5%.
“O motorista quer o benefício do esportivo, mas com discrição”, diz Marcos Martins, gerente de venda da Honda.
Para o designer de cores da Rainbow Brasil Marcos Quindici, também nos esportivos a questão passa pelo bolso. “No Brasil, o carro é um investimento, e não objeto de consumo. É também um patrimônio, precisa se manter valorizado.”
A escolha, no entanto, deixa de lado a segurança. Quanto mais escuro o carro, mais está propenso a se envolver em acidentes, diz o Centro de Estudos de Acidentes da Universidade Monash (Austrália).
A análise dos dados de 1987 a 2004 em dois Estados australianos revelou que os carros pretos têm 12% mais chance de se envolver num acidente que os brancos, os mais seguros. Em seguida, aparecem os cinzas (11%), e os pratas, (10%). Vermelhos e azuis têm 7%.
O problema é o baixo contraste da cor do veículo com a do ambiente. À noite, a cor influi menos, pois os faróis praticamente a neutralizam.

Fonte: Folha de S.Paulo.

Finalmente alguém mais notou as cores do transito do brasil. Assunto que eu tinha abordado nesse post: Trânsito monocromático

Transporte 0

Sinal vermelho no trânsito
Marcelo Gatti Reis Lobo

O sufocante e caótico trânsito da cidade de São Paulo parece nos jogar em uma rua sem saída. Até porque as atuais alternativas apresentadas pelas autoridades competentes não surtiram resultados positivos. E as novas idéias mirabolantes podem tornar o problema ainda maior. Aumento de dias do rodízio de veículos, pedágio urbano e instalação de chip nos veículos são os mais recentes projetos. Sinal vermelho para eles e sinal verde para todas as iniciativas que levem à melhoria do transporte público.

O aumento do rodízio será mesmo a melhor saída para melhorar o trânsito caótico da cidade de São Paulo? Pedágio urbano e chips obrigatórios, impostos de cima para baixo ao arrepio da legislação, não seriam apenas novas formas de arrecadação? O chip não viola a privacidade do motorista?

De acordo com números do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de São Paulo, atualmente circulam cerca de 4,4 milhões de automóveis em São Paulo e mais 1,4 milhão de ônibus, caminhões e motos. Conseguir chegar a um compromisso na hora marcada é um ato heróico. Circular pelas ruas e avenidas em horário de pico é uma tarefa para exercitar a paciência. Além disso, somos vítimas de uma política arrecadatória e reféns de administrações incompetentes que não conseguem encontrar soluções inteligentes, e legítimas, para afastar o caos das nossas ruas e avenidas.

O rodízio de veículo é uma realidade em São Paulo desde 1997. Porém, pouco impacto teve na redução dos congestionamentos. Com as facilidades de financiamento oferecidas pelas grandes montadoras, milhares de famílias paulistanas possuem o chamado “carro do rodízio”. Hoje, temos 1,2 carros para cada motorista na cidade.

Para desespero dos paulistanos e dos que precisam utilizar nossas marginais para passar de uma rodovia para outra, os números indicam que os congestionamentos aumentaram. A média da manhã subiu de 62 quilômetros para 86 quilômetros em três anos. Ou seja, o rodízio pouca influência teve para a melhora do trânsito, mas virou um poderoso instrumento de arrecadação da Prefeitura. Dos quase dois milhões de multas registradas de janeiro a junho, 61% foram por desrespeito ao rodízio ou excesso de velocidade – violações fiscalizadas tanto pelos “marronzinhos” quanto por equipamentos eletrônicos.

O monitoramento do trajeto percorrido por um motorista, por meio do sistema de identificação de veículos com chip, que passará a vigorar a partir de maio de 2008 na capital paulista, fere o direito à privacidade e pode ser considerado inconstitucional. Em tese, isso gera um controle das atividades das pessoas. Há uma supressão da liberdade, um dos direitos constitucionais, e poderá ser questionado na Justiça. Além disso, é claramente uma medida punitiva e não educativa. É uma maneira bruta de alterar o comportamento do motorista. Engana-se aquele que achar que diminuirão os furtos e roubos de carros ou que após o crime seu carro vai ser “monitorado” até que a polícia o encontre… Mas não duvidem se, no futuro, estas informações venham a ser vendidas para seguradoras ou empresas de localização.

A situação se agrava com a superlotação do sistema de transporte coletivo, as más condições das calçadas e o péssimo tratamento que tanto pedestres quanto ciclistas enfrentam quando encaram as ruas. Estranho é que, ao se discutir os problemas ligados ao trânsito, sejam raros os projetos e iniciativas voltados à melhoria do transporte público, ponto fundamental para o desenvolvimento da metrópole e uma saída para a redução dos carros em circulação. Parece que fica mais fácil pensar em como dificultar a vida do cidadão que anda de carro pela cidade do que encontrar soluções eficazes para o aumento e a melhora na qualidade do transporte público.

O cidadão paulistano que depende do transporte público nos dias de hoje é um verdadeiro mártir. São horas esperando ônibus em pontos lotados, espremido no metrô já saturado pelo número de passageiros ou nas lotações clandestinas. E tudo isso com pouca segurança. Ou você se sente seguro andando em ônibus que soltam rodas pela cidade?

Já está mais do que na hora de a cidade de São Paulo ter uma política de transporte público eficaz, com projetos elaborados para atender às necessidades da população, cansada de passar horas no trajeto entre a residência e o trabalho e sem nenhuma comodidade. Chega de projetos que privam o cidadão de suas liberdades com políticas de arrecadação de multas. São Paulo precisa de um sinal verde para trafegar melhor.

Texto um tanto quanto perfeito. Enquanto lia já pensava no que eu sempre disse: Cadê os metrôs?
Desconheço uma pessoa que não deixaria o seu carro em casa se tivesse um metro decente por perto, num digo ônibus pois eu particularmente não gosto, mas pode servir para a pergunta também. É mais que obvio que São Paulo só precisa de um transporte publico decente.
Me pergunto: para onde foi toda a grana arrecadada com as multas do rodízio? Realmente o Kassab trocou o asfalto de São paulo inteira; Estão fazendo uma nova linha de metrô, mas não é o suficiente.
Mas nunca podemos esquecer que cada um pode fazer a sua parte, se puder negocie seu horário de trabalho, pesquise novas rotas, se puder pegue carona. Imagino que ninguém gosta de ficar parado, mas ao imaginar um congestionamento minha impressão não é essa.

Fonte: Última Instância.

Das Rad (A Roda) 0

Cara acho q nunca iria esperar uma animaçao dessas, talvez fique sem concorrentes.

Fonte: chongas.

Winamp 5.5 10th Anniversary Edition 0

Em comemoração ao seu décimo aniversário o Winamp lançou sua versão 5.5.
Agora com um design mais interessante e clean. Finalmente com suporte a capas dos cds. Eu já havia testado o beta, e recomendo, um bom winamp.

Faça o download.

Água em chamas 0

Incrível, esse cara conseguiu fazer água salgada pegar fogo, enquanto pesquisava uma cura para o câncer.
Video meio velho, mas nunca tinha visto.

Música na idade da pedra 0

Combate à pirataria digital no Brasil muda foco para fóruns e redes P2P

São Paulo – Balanço da Associação AntiPirataria de Cinema e Música (APCM) aponta mudança na postura do órgão, que se foca em sites antes ignorados.

Os fóruns e redes P2P são o novo alvo das ações antipirataria no Brasil, em uma nova tática da Associação Antipirataria de Cinema e Música (APCM). O IDG Now! teve acesso, com exclusividade, as ações de repreensão à pirataria digital no país.

Os dados mostram que a associação reduziu o envio de cartas de ameaça a serviços online onde usuários oferecem conteúdo multimídia sem pagamento de direitos autorais na internet e passou a combater os fóruns e redes P2P, em um reflexo da criação de um órgão para investigar e retirar do ar conteúdos publicados ilegalmente online.
Em agosto, 1.823 arquivos arquivos de filmes que já haviam estreado nas salas de cinema foram retirados do ar. Esse número é quase três vezes maior ao registrado em julho (653) e 300 vezes a mais que do que em janeiro de 2007.

“Com a criação efetivamente de uma gerência para lidar com a questão no Brasil, as ações ganharam um gás novo”, assume Ygor Valério, coordenador de antipirataria na internet da APCM e líder do departamento responsável pela ações.

O número de ofertas de produtos vendidos em sites de leilão que infringem direitos autorais chegou a 139 em agosto, mais que o dobro das 53 tirados do ar em julho. A categoria, no entanto, teve o ápice de suas ações em maio, quando 578 ofertas foram retiradas do ar.

Há também as categorias de serviços online onde é impossível fazer comparações em razão do ineditismo das ações antipirataria no Brasil, como é o caso de fóruns e redes P2P.

Em agosto, foram 537 discussões em fóruns retiradas do ar, que ofereciam álbuns de música e filmes completos. Já as redes P2P, como Kazaa e LimeWire, tiveram 692 ações durante junho, primeiro mês com movimentação antipirataria.

Dois meses após a ação, em agosto, o número de ações nas redes cresceu 166%, quando foram registradas 8.727 ações.

Junto ao aumento nas ações em determinados serviços, a APCM registra a diminuição em ações tradicionalmente relacionadas ao combate de instituições internacionais, como a Motion Picture of America (MPA) ou a Recording Industry Association of America (RIAA).

O principal indicativo é a queda no número de cartas de “cease and desist”, em que as organizações ameaçam judicialmente os responsáveis por prover ferramentas, como blogs, onde o conteúdo gratuitamente é oferecido.

Em janeiro de 2007, foram enviados 3.218 documentos para serviços onlines, quase quinze vezes mais que os 213 registrados durante o mês de agosto, segundo os dados da APCM.

A mesma mudança pode ser expressada no número de páginas pessoais tiradas do ar – o número em questão caiu de 1.199 em fevereiro para 176 em agosto.

Mesmo em serviços com números de apreensão já altos, como é o exemplo de sites que armazenam arquivos sem exigir o cadastro de usuários, o número de apreensões cresceu consideravelmente.

Chamados de “cyberlockers”, sites como RapidShare e MegaUpload tiveram 8.727 arquivos retirados do ar em agosto, crescimento de 166% comparado aos 3.275 casos registrados em julho.

Fonte: IDG Now!

Esses dias vi no jornal da globo uma reportagem sobre a pirataria. Primeiro disse sobre o Tropa de elite, filme que tenho minhas duvidas se seu vazamento não foi cuidadosamente calculado, depois falava sobre a pirataria online, concluindo que a solução para curto prazo seria a repressão. Com uma rápida pesquisa no google é possível achar outras reportagens a respeito, como essa que coloquei acima.

Me pergunto: Onde essas gravadoras querem chegar? Com quem eles acham que estão falando? Alguêm aí acha que alguma coisa vai conseguir controlar a internet?
A 10 anos atrás, onde cada um comprava o seu LP e ia para casa ouvi-lo, a indústria fonográfica mandava em tudo, tinha total controle do que saia para o publico. Somente com a chegada do cassete que as pessoas poderiam gravar e “piratear” musicas, mas somente com o CD, que surgiu praticamente junto com a internet, que a indústria fonográfica realmente sentiu a porrada.

Mas até agora não entenderam que seu modelo de negocio não funciona mais. Primeiro que hoje temos milhões de tipos de players de mp3, poucos ainda se contentam com 20 musicas de cada vez, mesmo não tenham um mp3 player, imagino que o numero de pessoas que, em seu momento de lazer, pega um cd para ouvir em seu microsystem seria muito menor do que o numero de pessoas que liga o seu player do computador, ou seja, quem ainda compra cd? Eu não tenho acesso a dados concretos mas imagino que o numero é infinitamente menor se comparado com os downloads, desses que compram, quantos compram um original? Eu não acho 50 reais por um cd original um preço.. assim… justo.

Segundo que, vejo que as posições das bandas já estão mudando, vide Radiohead, pois pelo que eu sei os contratos com gravadoras nunca foi assim muito bom para os artistas, mas esses não tinham muitas opções. Principalmente para divulgar suas músicas, que hoje, com a internet ficou muito fácil, os artistas tem acesso direto a seus fãs.
E o que sobra para as gravadoras? Tentar defender o que elas tem, os direitos sobre seus artistas. Por isso tudo que vemos é essa tentativa desesperada de tirar tudo do ar, e processar usuários. Nos EUA a RIAA tem 16 mil processos contra usuários comuns. Se antes funcionasse, mas sempre teremos milhões colocando de novo. O pior é a tentativa de se atualizar vendendo mp3 com DRM, como se tivesse alguma vantagem em pagar por um arquivo que não poderia ser manipulado para uso particular.Acho que isso só mudará quando os velhos que lá estão forem substituidos por novas cabeças, estas que cresceram já na era da internet, prontas para atualizar a máfia.

Pelo menos há os que já acordaram para o mundo, não que liberaram mp3 por aí, sem o famoso DRM, não sei se eu compraria cds em mp3 por aí, mas até que o preço me parece mais justo. Acho que as bandas deveriam ganhar pelos seus shows, pois isso sim vale a pena pagar, ver o seu artista lá, ao vivo, cds e mp3 poderiam ser gratuitos, como creative commons, pois vira uma forma de divulgar sua musica e de conquistar novos fãs.
Uns dos primeiros a se anunciar contra o DRM foi o Steve Jobs, depois a loja da Amazon que não tem burocracias nem bloqueios. Mas o melhor foi o que Ian Rogers, do Yahoo! Music disse:

But now, eight years later, Amazon’s finally done what was clearly the right solution in 1999. Music in the format that people actually want it in, with a Web-based experience that’s simple and works with any device. I bought tracks from Amazon (Kevin Drew and No Age), downloaded them, sync’d them to my new iPod Nano, and had them playing in my home audio system (Control 4) in less than five minutes. PRAISE JESUS. It only took 8 years.

I’m here to tell you today that I for one am no longer going to fall into this trap. If the licensing labels offer their content to Yahoo! put more barriers in front of the users, I’m not interested. Do what you feel you need to do for your business, I’ll be polite, say thank you, and decline to sign. I won’t let Yahoo! invest any more money in consumer inconvenience. I will tell Yahoo! to give the money they were going to give me to build awesome media applications to Yahoo! Mail or Answers or some other deserving endeavor. I personally don’t have any more time to give and can’t bear to see any more money spent on pathetic attempts for control instead of building consumer value. Life’s too short. I want to delight consumers, not bum them out.

Ele quis dizer que as gravadoras que não abandonarem o DRM, não irão vender no yahoo, o primeiro e maior site de música nos Estados Unidos.
Bom, para nós aqui do Brasil, onde o Cd é realmente caro, não nos resta nada além de baixar por aí, pois essas lojas não devem chegar tão cedo aqui. Só não aconselho a pagar por um cd pirata.

Referencias do mind.flush.