Archive for July, 2007

Será que agora devem fazer algo? 0

Será que agora alguém faz alguma coisa? O lula finalmente parece ter feito algo de racional, trocou o ministro da defesa, agora é o Nelson Jobim, não o conheço, mas pelo que eu ele disse falou bem, se vai realmente fazer algo e outra historia.
Mas ele disse que vai verificar se a ANAC tá funcionando e pensa em mudar a presidência da infraero. Que Acho que é obvio que deve ser feito, porque para mim são um bando de incompetente, num fez direito sai.

Mas tudo depende do lula, se é o presidente eu entendo que ele deveria ter feito algo, para mim a culpa por tudo é dele. Diretamente? Não, mas ele não fez nada, nada mesmo…Não demitiu ninguém, nãp comprou novos radares, ninguém fiscalizou a reforma, ninguém acabou com a caos aéreo.
O acidente da TAM? Não importa de quem foi a culpa, não importa se foi do piloto, co-piloto, aeromoça, do cara media a quantidade de agua, de quem fez a reforma, o fato é que o Lula tinha que ter tomado uma atitude para fazer todos os “seus subordinados” a fazer seu trabalho direito, o Lula disse que queria uma solução para o caos aéreo semanas seguintes a queda da gol, e o que aconteceu???

NADA…

Continua a mesma merda, todo mundo sabe que os radares do brasil são velhos, que tem fantasma e bla bla bla.. e cadê radares novos?? Semana passada mesmo ouve um curto circuito no de Manaus, fazendo com vôos internacionais fossem interrompidos. A reforma de Vergonhas, digo Congonhas, não mexeu na torre de comando, que é a mesma da inauguração em mil e novecentos e bolinha.

E o governo numa em busca de uma resposta imediata, que todos cobravam, disse que iria ser construído um novo aeroporto, coisa que discretamente já pararam de falar. Deve ampliar o de Vira-copos e de Guarulhos, mas quando? E finalmente pensaram em um meio de transporte para ligar o aeroporto a São paulo, mesmo porque a Bandeirantes já foi construída prevendo um trem. Um trem seria obvio, é incrível como não há um meio de transporte decente para Guarulhos, deve ser um dos únicos do mundo que deve se ir de táxi. Mesmo para o Congonhas estranho como não há um metrô para lá, sendo que o aeroporto sempre esteve por lá.

Onde a FOX está com a cabeça? 0

Eu já tinha visto que a FOX teve a brilhante idéia de dublar todas suas as series, todas sem exceção. Uma TV a cabo onde a maioria do publico tem um mínimo de conhecimento suficiente para conseguir ler as legendas dublar sua programação? Para que?

Bom, mas agora ela se superou, censurou um episódio do simpsons:

O episodio foi “A Esposa Aquática”, na dublagem original, é feita uma piada com o nosso país.
A familia chega a um lugar quando Lisa diz que o local era “o mais nojento em que já esteve”. Bart pergunta: “Mas e o Brasil?”. E a Lisa “Tá, depois do Brasil”.

a FOX vira e muda o texto:
“Esse é o lugar mais nojento em que já estivemos”
“Sério, você acha mesmo?”
“Se eu falei é porque eu acho”.

Para que? talvez por medo da reação dos mais sem noção. Mas para mim é uma das atitudes mais ridícula.

Fonte: Judão.

Desrespeito IV 0

Me desculpe por estar alongando demais esse assunto, mas hoje eu vi uam reportagem na SportTV que finalmente criticou a péssima atitude do publico do pan do rio.
Fico imaginando o que essa pessoas pensam, imaginando o que ela deve falar quando você a criticar por essa atitude, devem ser pessoas arrogantes e sem o minimo de personalidade. Bom, em uma breve busca eu só achei uma reportagem ( leia abaixo), não é a que eu assisti na TV, essa não critica muito. e um texto de Vasco Furtado.

Vaiar pode ou não? A polêmica do Pan
Torcedor leva os hábitos do futebol para outros esportes. E nem sempre agrada

Já na reta final, os Jogos Pan-Americanos do Rio estão marcados por muitas medalhas brasileiras, arenas tomadas por torcidas empolgadas e… vaias, muitas vaias. Acostumado com o futebol, onde qualquer apupo é considerado normal, o torcedor vem demonstrando o mesmo comportamento em competições nas quais o silêncio é fundamental para a concentração do atleta. Nem o Presidente Lula escapou, logo na cerimônia de abertura. Acabou dando polêmica.

Os argentinos são os alvos naturais, mas não estão sozinhos. Os Estados Unidos, vaiados em todo o mundo por questões políticas, ganharam ainda mais antipatia após o episódio “Welcome to the Congo”. Os cubanos completam o trio “preferido” dos torcedores, principalmente após a briga generalizada no judô. Até copos foram atirados no tatame, em confusão que envolveu inclusive o medalhista olímpico Aurélio Miguel e o lendário pugilista Teófilo Stevenson.

Atletas brasileiros reclamam

Entre os atletas, há divergências até curiosas. Enquanto alguns estrangeiros exaltam a platéia, parte dos brasileiros se diz envergonhada. Mas as maiores reclamações vêm mesmo de competidores de fora do país, primordialmente dos esportes individuais. Há quem tema pelo projeto olímpico, como o decatleta Ivan Silva, um dos mais incisivos nas críticas.

- A única decepção é essa torcida. O Brasil nunca mais vai conseguir trazer uma grande competição por causa disso – afirma.

Para o prefeito Cesar Maia, a reclamação tem sido exagerada e em nada atrapalha o sonho de ver uma Olimpíada no Rio. Ele acredita que a realização de mais competições internacionais na cidade servirá para que o público se acostume às características de cada esporte.

- Isso não atrapalha a imagem do Brasil. Pelo contrário, reforça a necessidade da candidatura olímpica, na medida que os jogos Pan-Americanos diversificam a platéia esportiva e mostram formas distintas de comportamento conforme o esporte – explica.

Para medalhistas, é preciso educar o torcedor

Atletas consagrados, com vasta experiência internacional, batem na mesma tecla e acreditam que falta apenas educar o torcedor para cada modalidade.

- Não dá para ficar gritando, buzinando, batucando o tempo todo. Há provas onde o máximo de silêncio possível é extremamente necessário. É por isso que sou a favor de termos sempre competições abertas ao público para que todos entendam as modalidades e fiquem mais íntimos da maneira de torcer em cada esporte – diz Sandra Pires, medalha de ouro no vôlei de praia em Atlanta-1996.

Gustavo Borges concorda e alerta que o apoio exagerado pode ter efeito contrário e acabar atrapalhando o atleta brasileiro.

- Vaiar, xingar, incentivar é normal em alguns esportes, principalmente os que têm contato físico como futebol, handball, basquete, lutas. Mas em outros casos toda essa manifestação pode ser problemática, inclusive para os nossos atletas. De repente, faltou um pouco de instrução dos organizadores em relação ao comportamento que a torcida deve ter em determinadas modalidades.

Como acontece nas Olimpíadas

Nas Olimpíadas, o silêncio é absolutamente respeitado em provas em que é necessária a concentração. Os árbitros, inclusive, exigem que a torcida faça silêncio, e têm o poder de interromper uma disputa, caso as vaias ou a manifestação do público atrapalhem um atleta ou uma equipe.

Nos esportes coletivos, como basquete, vôlei ou handebol, no entanto, a vaia é tolerada. O que não pode haver é manifestação política, publicitária ou de cunho racista. Se isso acontecer, e o árbitro ou a organização perceberem, os manifestantes são primeiramente advertidos e, em caso de reincidência, retirados do local de competições.

Nas história olímpica isso já aconteceu, principalmente quando o atleta da casa foi nitidamente prejudicado em uma disputa de medalhas. Mas é muito raro.

Vaia em Pan não é exclusividade do Rio

Em Jogos Pan-Americanos, o brasileiro Agberto Guimarães, ouro nos 800m e nos 1.500m rasos em Caracas-1983, foi vaiado e teve até mesmo objetos atirados em sua direção por ter, na prova dos 1.500m, vencido um venezuelano. A torcida, na ocasião, julgou que Agberto havia empurrado o concorrente, que realmente caíra na disputa com o brasileiro, ficando fora da prova. As imagens de TV mostraram que o atleta da casa tropeçou, mas Agberto foi vaiado e teve de ser protegido pela polícia no caminho até o pódio, e na saída do estádio.

“A Argentina tem uma grande rivalidade no futebol, e aqui no caratê não é diferente. Eles são calorosos torcem pelos brasileiros e tenho que agüentar isso. Sou argentino”
Leandro Manzon, carateca argentino, defende a torcida

“Acho que o público tem que se preocupar com os atletas do Brasil. Às vezes, eles ofendem outros esportistas sem sentido. Já participei de competições na Argentina e sempre fui muito bem recebido”
Nélson Sardemberg, carateca brasileiro, critica…

“Tem horas que é legal, mas em outras atrapalha. É preciso ter atenção às competições para só ajudar e não atrapalhar. Mas acho que, no geral, valeu muito. Senti falta disso em Santo Domingo”
Hudson de Souza, medalha de ouro nos 1.500m

“As vaias não nos atrapalham. Pelo contrário, até nos ajudam, pois entramos concentrados e, quando nos vaiam, acabam nos incentivando ainda mais. Acho que esse é o papel da torcida. Na Argentina, acontece a mesma coisa. Se não for assim, não é uma torcida em um evento esportivo, mas uma platéia de balé”
Facundo Sucatzky, armador da seleção argentina de basquete, que já jogou no Brasil, no Minas Tênis Clube

“Para quem está no primeiro Pan, atrapalha. Com a torcida gritando, a gente acaba querendo fazer mais do que pode, mas faz pior. Atrapalha, sim”
Luciamara Silva, medalha de bronze no heptatlo

“Na Argentina, o esporte tem sido utilizado como meio de diminuir a violência e mostrar às pessoas que não há diferenças entre os povos. Ficamos tristes quando ouvimos as vaias nos locais de competição, porque isso não é bem-vindo no esporte. As pessoas precisam ser respeitadas. Na Argentina, isso não acontece”
Paula Meizoso, atleta da seleção argentina de softbol

“O ponto nem é nada demais, mas a torcida comemora como se tivesse visto um ET. O mais difícil é ficar parado ali na área de saque durante 10 segundos”
Jason Krueger, jogador de vôlei de praia canadense. Quem diria, assustado

“Não há como negar que as vaias atrapalham o esporte. Elas desconcentram os atletas nos momentos decisivos. E esses atletas, na maioria das vezes, não estão acostumados com esse tipo de coisa. No exterior, as torcidas respeitam os atletas e não os vaiam. Acho que isso pode atrapalhar em uma possível candidatura olímpica. Vai ter sempre algum dirigente com poder de voto que vai ficar chateado e, por isso, votar contra”
Jorge Otsuka, presidente da Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol

Fonte: GloboEsporte.com.

Desrespeito III 0

No Engenhão, torcida brasileira volta a perturbar atletas estrangeiros

Depois de derrubar um ginasta da barra e causar um tumulto entre atletas no judô, foi a vez da torcida brasileira marcar presença nas provas disputadas no estádio João Havelange. No atletismo, porém, a estratégia foi usar as já famosas vaias aos estrangeiros.

Na disputa do salto com vara, vencida pela brasileira Fabiana Murer, a norte-americana April Steiner foi fortemente vaiada a cada tentativa de salto, e não conseguiu avançar dos 4,40 m. Do colchão, April gesticulava em direção à arquibancada, incrédula. A cubana Yarisley Silva, então, foi longamente aplaudida a cada falha. O tormento foi tanto, que até a canadense Dana Ellis deixou a competição sem acertar nenhum salto.

O locutor do estádio até tentou amenizar a situação das atletas, e pediu em diversos momentos para que a torcida não vaiasse, mas ovacionasse também os estrangeiros. Mas a tentativa de boas maneiras não obteve sucesso, e os gritos e vaias prosseguiram até o fim das provas desta segunda.

“Foi até um pouco chato, porque elas ficavam rindo, de nervoso, e diziam: ‘Não acredito nisso, eles torcem muito, estão muito do seu lado, assim não dá’, mas acho que levaram na brincadeira. Ao menos, é o que eu espero”, comentou Fabiana Murer que, por sua vez, foi muito incentivada a cada salto.

“Acho que elas não estão acostumadas com isso, mas já devem ter percebido que no Brasil as coisas são um pouco diferente. Eu fiquei até um pouco com pena da canadense, porque isso desconcentra mesmo, todo mundo gritava muito. Acho que a prova fica até mais bonita quando mais gente acerta, né?”, disse a brasileira, que também sentiu o peso da pressão. “Todo mundo me chamava, gritava, fiquei muito ansiosa. Ainda bem que soube controlar isso direito.”

O técnico da brasileira, Elson Miranda, desconversou. “Não se vê esse tipo de coisa em nenhum outro lugar do mundo. Mas aqui é assim, é o que acontece”, limitou-se a dizer.

Quem conseguiu reverter a situação a seu favor foi a norte-americana Sara Slattery, que elogiou os brasileiros. “As pessoas estão de parabéns. É muito bonito o que fazem, de incentivar. Eu mesma fiquei mais motivada de correr aqui”, disse a vencedora dos 10.000 m.

Fonte: UOL.

Torcida envergonha atleta brasileiro
Ivan Silva diz estar decepcionado com a postura do povo nas arquibancadas

Enquanto alguns atletas brasileiros exaltam o comportamento da torcida, outros criticam. Ivan Silva, que terminou em sétimo lugar na prova de decatlo desta terça-feira, disse estar envergonhado com a postura do público que esteve presente ao Engenhão. Para ele, as vaias foram um desrespeito com os outros atletas.

- Achei uma falta de educação. Você vai para qualquer lugar no mundo e não vê o que essa torcida está fazendo aqui. É uma vergonha isso. Me sinto constrangido – diz o atleta.

As críticas não param por aí. Ivan, que disse ter tido uma das suas piores atuações do últimos tempos, ainda culpa a postura da torcida brasileira por ter ido mal na competição.

- Um dos motivos para eu ter tido um resultado ruim foi essa torcida. Passei praticamente a competição toda tentando justificar para os outros atletas a postura dos brasileiros. Eles estavam impressionados, ficavam me perguntando o que estava acontecendo.

Para Ivan Silva, o sonho de uma Olimpíada aqui no Brasil vai ficar mais distante depois disso.

- Todo mundo falou tanto da organização e da segurança, mas está tudo ótimo. A única decepção é essa torcida. O Brasil nunca mais vai conseguir trazer uma grande competição por causa disso. A mentalidade do povo brasileiro tem que mudar muito para que seja realizada uma Olimpíada aqui.

Já o atleta jamaicano Maurice Smith, vencedor da prova de decatlo desta terça, minimizou o problema.

- Eu só fiquei me perguntando o motivo para eles estarem gritando tanto. Mas não me senti afetado. Acho que não estavam me vaiando.

Fonte: GloboEsporte.com.

Haja educação!

Para receber os Jogos Olímpicos é preciso, também, ter educação.

Se não bastasse o que houve ontem no judô, hoje, no Engenhão, cada vez que a norte-americana ia saltar para tentar superar a brasileira Fabiana Murer, que foi brilhante no salta com vara, a torcida a vaiava.

Bem de acordo com o que Oscar, o “Mão Santa”, fez na ginástica, ao gritar “vai cair, vai cair!”, para cada ginasta estrangeiro.

Custa crer que Oscar tenha agido assim e é lamentável que linda medalha de ouro ganha por Fabiana tenha tal mancha.

Fonte: Blog do juca.

E mais uma vez o Brasil se queima. Parece que dessa vez até a alguém tentou ensinar os “sem noção”, mas sem sucesso. Também, depois de tanto tempo, agora o publico já se acostumou a ser mal-educado. Uma coisa é torcer, outra é atrapalhar.
Mas ainda não entendo porque ninguém fala umas verdades para esse povo.. medo? De que? Estão errado mesmo, o Oscar falar uma merda dessa também?!

Crise Aérea…por Arnaldo Jabor 0

Aaaaa.. foi mais forte do que eu, vi um no KibeLoco e fui ver outros e tem muito, que eu assino embaixo. Esse ultimo então, profético.

PLANTÃO FALTA DE RESPEITO 1

Que vergonha….

Shame on you Brazil….

Sem comentário….

Passou dos limites…

Torcida perde a linha e grita ‘Osama’
Provocação aos americanos dá o tom na partida do pólo aquático masculino

A antipatia da torcida brasileira aos Estados Unidos extrapolou os limites do bom senso na partida de pólo aquático na noite deste sábado, no Júlio Delamare.

Para provocar os americanos, os torcedores gritaram “Osama”, referindo-se ao terrorista saudita Osama Bin Laden. Ele é considerado o responsável pelos ataques ao World Trade Center, no dia 11 de setembro de 2001.

Sentada nas arquibancadas do Parque Aquático, uma integrante da delegação americana balançou a cabeça negativamente com a manifestação do público.

Fonte: Globo Esporte.com.

Deselegâncias no Pan
Americanos são provocados com gritos de “Osama”. Blog com críticas ao Pan é retirado

Além das grandes rivalidades em campos, raias, areias, quadras e tatames, o Pan-Americano do Rio tem sido marcado também por algumas deselegâncias. A torcida brasileira, por exemplo, protagonizou momento bizarro nesta noite de sábado, oitavo dia dos Jogos. Na partida de pólo aquático masculino deste sábado entre Brasil e Estados Unidos, os gritos de “Osama”, referência a Osama Bin Laden, terrorista muçulmano que protagonizou os ataques ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, foram de profundo mau gosto.

Ao postar em seu blog comentários desinformados e críticas generalizadas ao Rio de Janeiro e à organização do Pan, a atleta americana de vôlei de praia Angie Akers também foi deselegante. Nesta sexta-feira, tirou o blog do ar. Antes disso, porém, aturou mais de 500 comentários irritados (muitos, mal educados) de brasileiros.

Sem ter nada a ver com isso, a lenda da história do boxe cubano, Teófilo Stevenson, tricampeão olímpico e bi em Pan-Americanos, está no Rio para assistir aos Jogos e mostrou contentamento com os resultados da ilha – que conta 26 medalhas de ouro. Neste sábado, vibrou com os ouros da delegação, entre eles o da consagrada judoca Driulis Gonzalez sobre a brasileira Danielli Yuri Barbosa na categoria até 63kg. Mas viu também a derrota da dupla Fernandez e Larrea para Juliana e Larissa no vôlei de praia. Coisas do esporte.

Fonte: Globo Esporte.com.

Americana apaga blog após criticar o Pan
Angie Akers, do vôlei de praia, diz que Rio ’só tem favelas e é terrível’, mas elogia Copa

Enquanto o chefe da missão brasileira, Marcus Vinícius Freire brada aos quatro cantos que o Pan do Rio só tem recebido elogios por parte de atletas e chefes de delegações, uma jogadora de vôlei de praia americana usou um meio alternativo para expor sua reclamações. Eliminada nas quartas-de-final no vôlei de praia, Angie Akers destacou em seu blog falhas na alimentação e nas acomodações da Vila Pan-Amerincana.

- É interessante. Nos disseram que teríamos uma ótima comida, aprovada por nutricionistas esportivos. Estou chocada com o que os atletas de outros países comem. Muita batata frita, cachorro-quente, pães e sobremesas, que vocês (leitores) não acreditariam. A maioria dos atletas nem parece atleta – diz em seu diário cibernético.

A cidade do Rio de Janeiro não escapa das críticas da americana, que ironiza a forma como é tratada a segurança da cidade.

- A cidade inteira, de tantos milhões de habitantes, só tem favelas. Os rios correm negros. Porcos e outros animais bebem a água suja. É terrível.Não há o que se preocupar com segurança, porque há 15 mil policiais, agentes do FBI à paisana, agentes secretos em todos os lugares. Esse lugar é o mais pobre que já vi. É muito triste.

Depois de tanto reclamar, Angie Akers fez ao menos uma ressalva positiva.

- Copacabana, onde jogo, é o lugar mais legal de tudo o que vi.

O post, realizado na última quinta-feira, teve rapidamente mais de 550 comentários revoltados de torcedores brasileiros. O que fez com que a atleta tirasse o blog do ar. Depois do “bem-vindo ao Congo”, os americanos continuam causando polêmica no Rio de Janeiro. Qual será o próximo caso?

Fonte: Globo Esporte.com.

Cadê esse bando de brasileiro sem noção e sem respeito?? cadê a televisão para crucificar esses cara-de-pau? Ela falou alguma mentira???? Ela disse algo que não gostaram? Porque? Será que não está na hora de acordar? Vai xingar os seus comandantes, que nada fazem, que ignoram, assim como esse tais que reclamaram no Blog da americana.

E vejam isso:

Mar poluído tira Poliana da piscina

A poluição do mar de Copacabana fez a primeira vítima do Pan.

Poliana Okimoto não pôde competir ontem nos 800 m livre após sofrer por quatro dias com diarréia e vômito.

Ela participou, no último sábado, da prova de maratona aquática e obteve a prata.

Segundo o médico Marcos Bernhoeft, que acompanha a equipe de natação, a ingestão da água do mar provocou infecção intestinal na atleta.

“O mar estava revolto, e ela bebeu muita água do mar, que não é isenta de bactérias e coliformes fecais.

Na segunda-feira, ela começou a vomitar e teve diarréia”, disse o médico.

De acordo com Bernhoeft, Poliana não melhorou até anteontem, véspera da prova.

“Na terça, ela ficou 12 horas tomando soro na veia. Eu julgava que a diarréia fosse parar, mas persistiu.”

O médico explicou que os casos de infecção intestinal levam de três a cinco dias para serem curados.

Segundo ele, a atleta apresentou quadro leve de desidratação. “Como a prova é longa [800 m], não seria prudente disputar.”

Poliana decidiu não participar e ontem, às 8h30, foi desligada da equipe.

Ela foi a São Paulo com o técnico e marido, Ricardo Cintra. Bernhoeft disse que a atleta fará exames para detectar se há risco de doenças como hepatite.

Segundo a Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente do Rio), a praia de Copacabana é recomendada para o banho. (FG E PC)

Fonte: Blog do juca.

Tem mais:

Cubano evita críticas à Cidade do Rock

Emanuel reclama da arena

Gringos reclamam da torcida brasileira

Americanas reclamam da torcida

Jogadoras argentinas reclamam do gramado

Opinão sobre o acidente da TAM 1

E lá vou eu falar sobre o acidente da TAM. De novo a TAM, tivemos a GOL que para mim foi diferente.

É uma coisa estranha, fico tentando imaginar como acontece, lá dentro, aqui fora. Muito foda. Não sei muita coisa sobre mas até que li muito sobre.

Mas o fato é que aconteceu. Por quê? Outro fato é o caos aéreo, é fato que ninguém fez nada, é triste mais quem deveria administrar não fez nada, eles não são responsáveis? Diretamente não, mas quem sabe se tivessem resolvido tudo antes, ou pelo menos feito algo de concreto… E o seu presidente? Nada fez também, cadê a sua pessoa para cobrar algo? Chegar e falar para os “vagais”: “cabeças vão rolar!”, quem sabe assim alguém fizesse algo. Quem sabe assim valorizassem o seu emprego, mas nem o seu presidente valoriza… por isso não podemos esperar nada de mais. O detalhe é que esses incompetentes nem moral têm, em um país decente os caras iriam se afastar para sempre, ou pelos é o que deveriam fazer. São incapazes, ali não deveriam estar.

Mas e o acidente? Culpa do piloto? Acho que pode ser não entendo de avião, mas no vídeo da Infraero o avião estava realmente muuuuiito rápido, parece que não freou tb.. Mas num sei. Ele pode já ter decido em uma alta velocidade… ainda sem o reverso em uma pista curta. Ou foi falha mecânica, o sistema de freio simplesmente não funcionou.

Da pista? É fato a o aeroporto foi liberado sem as ranhuras, mas era necessária? Não sei, mas sei seriam muito bem vindas principalmente em uma pista tão pequena. E por isso aquaplanou? Bom, pelos meus conhecimentos é praticamente muito difícil que avião consiga atravessar a pista aquaplanando de ponta a ponta em linha reta, em uma situação em que ele deveria frear. Pois todas as rodas do avião teriam que estar sem atrito ao mesmo tempo. No caso dos carros numa situação de aquaplanagem é aconselhável que você não gire o volante não freie e não acelere demais, nem desacelere, para que quando se restabelecer o atrito nas rodas o seu carro saia como entrou.
Numa situação de freio, as rodas q possuem atrito iram frear e as que aquaplam irão seguir seu caminho, resultando em uma perda do controle. É exatamente isso que aconteceu com avião da pantanal. E o da TAM? Em caso de uma aquaplanagem ele iria ter força para voar sobre a avenida e bater no prédio? Não, eu acho, ele tentou uma arremetida, tentou levantar vôo de novo, e se num tivesse virado? Seguisse reto teria batido em algo? Teria caído? Talvez não. O que eu acho é q se ele tivesse freado, e mesmo se tivesse aquaplanado, ele iria parar, poderia ir para grama, rodar, mas nunca explodir.
Agora vamos esperar a caixa preta.

Mas agora sim, agora acordaram, finalmente… Eles viram que relaxar e gozar para esquecer os problemas não ia dar muito certo. Mas 215 pessoas… Agora fazem tudo, abaixam o movimento no aeroporto, prometem isso e aquilo. Dizem que vão fazer outro aeroporto. Onde? Me disseram que vai ser em São Caetano, as margens da avenida do estado. Eu não sou muito fã da idéia, sei que congonhas é complicada, mas o maior erro que eu vejo foi cometido a muito tempo atrás, quando a cidade de São Paulo ainda não cercava o aeroporto. Aposto que nessa época já se sabia que a pista de congonhas era pequena, se não soubesse, não é obvio que deveria ter se reservado uma grande área, uns 3km em volta do aeroporto? Porque fazer umas avenidas ali do lado, deixar construir uma cidade ali do lado? Um erro antigo que se refletiu agora.

Duas Guitarras 0

Assim nem é tão difícil de não aparecer, principalmente em época de lançamento do filme do Simpsons

Fonte: 30gms.

Artificial?? 1

Nosss…e eu ainda como isso, mesmo quando vem da entraga murcha.

Fonte:Chongas.

Mais desrespeito 1

Brasil perde o jogo e a torcida, a elegância
Insultos do público contra as americanas no pólo aquático deixam brasileiras constrangidas

Foi, no mínimo, deselegante. Na derrota da seleção brasileira feminina de pólo aquático para os Estados Unidos, nesta terça-feira, no Parque Aquático Julio Delamare, a torcida ofendeu por vários momentos a equipe americana. O placar de 10 a 3 confirmou a superioridade da equipe campeã mundial e favorita para conquistar a medalha de ouro.

Gritos ofensivos contra as americanas eram ouvidos a todo instante no Julio Delamare. Um torcedor vestia uma camisa com um “x” em cima da bandeira americana. A implicância acontecia até com o DJ. Quando ele resolveu variar e tocar uma música estrangeira, um grupo de torcedores se revoltou e começou a gritar. A organização, na mesma hora, trocou a música por um tradicional funk carioca.

O técnico da seleção e a jogadora Fernanda Lissoni, que foram atender aos jornalistas na entrevista coletiva, admitiram que a equipe brasileira ficou incomodada e constrangida com a situação.

Foi algo muito deselegante com os americanos. Não podemos misturar o lado político com o lado esportivo. A torcida precisa respeitar as atletas, que não tem nada com isso. É preciso separar as coisas – disse Roberto Chiappini.

Antes do início dos Jogos Pan-Americanos, o gerente de imprensa do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, Kevin Neuendorf, escreveu em um quadro branco, com caneta vermelha, a frase “Welcome to the Congo” (Bem-vindo ao Congo). Segundo ele, se referindo ao calor que faz no Rio. Mas a frase foi interpretada como preconceituosa e ele acabou sendo punido e voltando para os Estados Unidos.

Apesar dos problemas, havia quem também se utilizasse do bom-humor para apoiar o Brasil, sem qualquer tipo de desrespeito. Três estudantes, por exemplos, escreveram em cartazes a frase “We love Congo” (Nós amamos Congo).

Com o resultado, as americanas seguem invictas na competição, seguidas pelas canadenses, fortes candidatas à prata. Desde o início dos Jogos Pan-Americanos, a delegação de pólo do Brasil não esconde que sua principal adversária é a equipe cubana. A seleção brasileira foi bronze nas duas edições do Pan em que a disputa feminina de pólo aquático aconteceu.

Mesmo com este resultado, estou satisfeito com a mudança de atitude que as meninas tiveram. Gostei da atuação do grupo – afirma o técnico da equipe brasileira, Roberto Chiapinni.
As brasileiras não abaixaram a cabeça e o jogo começou equilibrado. O primeiro tempo terminou com o Brasil na frente, tendo o placar de 2 a 1. Mas a liderança durou pouco. Já no início do segundo tempo, as americanas passaram a liderar e a vantagem foi aumentando com tranqüilidade.

Fonte: Globoesporte.com

Torcida decide a favor do Brasil
Público na Arena Multiuso vaia os ginastas americanos com toda a força

Mosiah Rodrigues e Danilo Nogueira jamais esquecerão da torcida carioca, que deu uma força gigantesca para que os dois conquistassem ouro e bronze na barra fixa. Os americanos Justin Spring e Todd Thornton, últimos a competirem no aparelho, eram considerados favoritos para as medalhas de ouro e prata, que deixariam Mosiah com o bronze e Danilo em quinto lugar. Mas a vaia aos ianques foi tão intensa durante suas apresentações que ambos perderam a concentração e cometeram erros primários, dando adeus à possibilidade de subirem ao pódio.

Competir aqui foi especial, não tem coisa igual. A força que a torcida deu foi fantástica – diz Danilo.

Eu falei com o Giraldo (ginasta colombiano): “Pô, ainda faltam os dois americanos”. Ele disse: “Relaxa, competição é competição. Eles podem errar” – conta Mosiah.

Dito e feito. A torcida ajudou, o colombiano bocudo acertou e o Brasil levou.

Fonte: Globoesporte.com

Gringos reclamam da torcida brasileira
Atiradoras canadenses e americanas não gostaram do barulho das aquibancadas

Apesar de pequena, a torcida que acompanhou as finais da prova de fossa olímpica no Centro Nacional de Tiro Esportivo para apoiar a brasileira Janice Teixeira incomodou bastante as atiradoras estrangeiras. Pouco mais de 30 pessoas, na sua maioria parentes de atletas e um e outro torcedor que comprou ingresso, vibravam bastante quando a brasuca acertava seus tiros e vaiava as rivais de Janice quando elas pontuavam.

Achei que a torcida brasileira não teve respeito, pois vaiava sempre que uma de nós ia atirar. Em alguns momentos isso atrapalhava bastante – afirmou a canadense Sue Nattrauss, ouro na prova.

No início da final fiquei bastante nervosa por causa das vaias – ressaltou a medalhista de prata, a americana Corey Cogdell.

No entanto, apesar do apoio das arquibancadas, Janice acabou na quinta posição no Pan 2007, colocação inferior ao bronze conquistado quatro anos atrás no Pan de Santo Domingo.

Fonte: Globoesporte.com

Diego pede e público aplaude americanos
Ginasta repete gesto de Daniele Hypolito, mas não evita vaias

Após a apresentação de Diego Hypolito no solo, o público na Arena Multiuso ensaiou vaias para os americanos Guillermo Alvarez e Just Spring, que competiram no aparelho em seguida. No entanto, assim como sua irmã Daniele havia feito no sábado, o ginasta fez questão de pedir aplausos para os atletas.

A torcida atendeu ao ginasta até a hora do início da apresentação dos estrangeiros, que não escaparam da torcida contra enquanto executavam suas séries. Para dificultar a vida do americano Just Springs, a vaia deu certo, já que, no final de sua apresentação, ele acabou se desconcentrando e cometeu um erro.

Fonte: Globoesporte.com

Atleta americano é assaltado no Rio
Remador e a família são rendidos durante passeio em Santa Teresa

Um assalto pode atrapalhar a imagem do Brasil nos jogos Pan-Americanos. Segundo O Globo Online, o remador Jamie Schroder, da equipe americana, foi vítima de um assalto nesta terça-feira, em Santa Teresa. O assalto teria acontecido quando ele e seus pais passeavam a pé pelo local.

Jamie Schroder resolveu conhecer o Corcovado logo após competir na manhã desta terça-feira na categoria single skiff masculino. De lá, a família teria seguido de táxi para Santa Teresa, onde almoçaram e desceram até o Centro para conhecer a Catedral.

A família teria sido rendida próximo à Ladeira de Santa Teresa por dois homens que estavam em uma moto. O susto maior foi quando um dos bandidos encostou a arma na testa de Jamie. Apesar de ter sido uma ação rápida, a família teve que entregar o dinheiro e os pertences. O caso foi registrado na Delegacia Especial de Atendimento a Turistas.

Fonte: Globoesporte.com

Ninguém percebeu que o publico presente não tem o mínimo de respeito? Ligo essa atitude a falta de segurança na cidade, que ao meu ver podem ser comparados pelo fato de ser realizado pela população brasileira. Conclusão? O brasil não merece um evento desses, o publico não merece…não está preparado. Isso é mais um motivo além de todos os outros. Por falar nisso eu mostro a vocês um ótimo exemplo de má qualidade das obras do pan:

O segundo adiamento de partidas do torneio de beisebol dos Jogos Pan-Americanos foi recebido com vaias e críticas pelo público que compareceu em excelente número à Cidade do Rock. Os confrontos entre Brasil e Estados Unidos, no Campo 1, e Nicarágua e República Dominicana, no Campo 2, foram cancelados por causa da péssima condição dos gramados, castigados pela chuva que caiu nesta segunda-feira no Rio de Janeiro. Também foi cancelado o desempate entre Venezuela e México, pelo Grupo 1.

Os jogos estavam marcados para as 10 horas. Mas os primeiros torcedores que chegaram ao complexo deram com a cara na porta. Foram informados pelos seguranças que a partida havia sido adiada para as 13 horas. Não era possível entrar na Cidade do Rock. Usar o banheiro ou fazer um lanche eram tarefas quase que impossíveis. Os portões foram abertos ao meio-dia, quando finalmente a galera pode entrar.

Daí para frente, foi uma sucessão de decepções. Sem qualquer tipo de informação, a torcida foi tomando conta da arquibancada. Às 13 horas, em vez de o jogo começar, um novo adiamento foi anunciado, desta vez para as 14h. O público, sem alternativa, continuou na Cidade do Rock. A maioria foi comer alguma coisa na única lanchonete do local.

Por volta das 14h25m, quando a arquibancada estava praticamente tomada pela torcida brasileira, o locutor oficial comunicou o cancelamento. A galera, revoltada, começou a protestar.

- É lamentável que isso tenha acontecido com a gente. Estou vindo aos jogos e todo dia vejo que há um problema. Se a coisa continuar desse jeito, será difícil terminar o torneio. E se chover, como vai ficar? – afirma Juliano Takahara, de 21 anos, estudante.

“Como brasileiro, tenho vergonha de que isso esteja sendo divulgado para o mundo todo.”
João Paulo Figueiredo, torcedor.

João Paulo Figueiredo, de 26 anos, também concorda. Decepcionado com a primeira visita à Cidade do Rock, ele garante que a organização do Pan está longe de se importar com os torcedores.

- O que a gente está vendo aqui é terrível. Se o campo tivesse sido construído adequadamente, não teríamos esse tipo de problema. Como brasileiro, tenho vergonha de que isso esteja sendo divulgado para o mundo todo – diz.

Fonte: Globoesporte.com

Voltando…
Eu sinto vergonha por eles, é obvio que todos os artistas irão marcar esse desrespeito, ninguém gosta de ser vaiado, ainda mais por ser melhor. As pessoas estão confundindo as coisas, não há motivo para vaias no esporte. Lamentável… será que ninguém que presencia essas vaias é capaz de tomar uma atitude?

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