Nov 30 2009
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CORINTHIANISMO – Blog do Juca

Post direto do meu Google Reader:

“Se você gosta de futebol e já sabia que a rodada de domingo, 29/11, estava arranjada para favorecer o Flamengo antes mesmo de ela acontecer, aconselho que desista do esporte.”

Eu penso nisso a cada jogo.
Nunca liguei muito para futebol, comecei a acompanhar a pouco tempo, já não sei se deveria. Discordo de muita coisa, me revolto, como o texto continua: Porque futebol é isso: é o ópio do povo, é irracional e se pararmos para pensar, a gente para de gostar.

Podem estranhar um texto como corintiano no meu blog, ou achar que ele está aqui porque o São Paulo que foi o prejudicado. Mas além disso, eu gostei de ver alguém, do outro time, pensar como eu. Me identifico com o texto, porque eu não torço contra, acredito no mérito próprio, ganha quem merece.

CORINTHIANISMO

Por LEONOR MACEDO*

Se você gosta de futebol e já sabia que a rodada de domingo, 29/11, estava arranjada para favorecer o Flamengo antes mesmo de ela acontecer, aconselho que desista do esporte.

Que tente canalizar sua energia para algo mais legítimo, mais honesto, mais respeitoso, mais digno.

Porque futebol é isso: é o ópio do povo, é irracional e se pararmos para pensar, a gente pára de gostar.

É amor, é paixão, é utopia, é ingenuidade. É burrice.

Fui para Campinas, com toda a minha burrice e ingenuidade, confiando no discurso da diretoria do Corinthians e dos jogadores de que seria o “jogo do ano”.

Ronaldo prometeu uma chuva de gols, outros jogadores afirmaram que dariam o sangue, o técnico se irritou ao ser questionado sobre um possível favorecimento ao Flamengo para eliminar as chances do São Paulo ser campeão: “o Corinthians estará empenhado para ganhar. Se o São Paulo não fez a sua parte, não é um problema nosso.”

Acreditei e fui confiante!

Comprei meu ingresso mesmo sabendo que a renda do futebol seria destinada ao carnaval do centenário, em 2010.

Mesmo sabendo que o correto é utilizar a arrecadação do futebol com o futebol. Fui porque meu amor pelo futebol é muito maior do que meu ódio pelo carnaval.

Cheguei a Campinas cedo, ganhei uma carona de carro e almocei em um shopping relativamente próximo ao estádio.

Vi dezenas de corinthianos exibindo suas camisas orgulhosos, confiantes na equipe, assim como eu.

Porque me recuso a acreditar que algum corinthiano realmente estivesse interessado em uma derrota para o Flamengo apenas para prejudicar o São Paulo.

A rivalidade não pode ser maior do que a vontade de ver seu time ganhar qualquer coisa, até campeonato de Master.

Cresci aprendendo que existem apenas dois tipos de torcida no Brasil: a corinthiana e a anticorinthiana.

A nossa, até então, era a corinthiana.

Quando entrei no estádio (com uma entrada relativamente organizada nas catracas do Fiel Torcedor, diga-se de passagem), acomodei-me em um degrau semi-alagado e vi o Brinco de Ouro da Princesa lotar de corinthianos e flamenguistas, que também compareceram.

Foi quando Evandro Roman apitou e a vergonha começou.

Não falo apenas de erros grotescos de arbitragem porque, se eu sou ingênua a ponto de acreditar na hombridade de um elenco todo, sempre acreditei em juiz ladrão.

Falo de corpo mole, de recuar a bola para o goleiro em um ataque, de 90% de passes errados, de contusões inexplicáveis, da expulsão do nosso capitão, do nosso técnico.

De 10 jogadores caminharem dentro de campo (o único que tentou foi Defederico, que não fala português e que talvez não tenha entendido a recomendação de entregar uma partida), de um goleiro não tentar pegar a bola em forma de “protesto” contra a arbitragem (e o melhor protesto que ele podia ter feito ali era agarrar o pênalti e honrar os milhares de corinthianos que estavam na arquibancada).

De o nosso elenco fazer o que fez estampando o rosto de centenas de corinthianos na nossa camisa (a obrigação de ganhar a partida podia ser só por esse motivo).

De ouvir um meia do Corinthians que está de férias desde o fim do Campeonato Paulista justificar seus erros na arbitragem (concordo, Elias, que o juiz errou, é péssimo e tem que ser punido, mas quando foi que o Corinthians dependeu de juiz?).

De ver o nosso técnico ser expulso quando ele é o primeiro que tem que manter a cabeça fria para dar tranqüilidade ao elenco, honrando o salário milionário que ele recebe. E depois reclamar da arbitragem também, sendo que o próprio, no meio do campeonato, afirmou que a prioridade nunca foi o Campeonato Brasileiro, mas o time em 2010.

A prioridade, senhor Mano Menezes, é respeitar o torcedor do Corinthians e tentar vencer tudo o que se propuser a ganhar.

Eu não tenho seis meses de férias, nem ganho um centésimo do que o senhor ganha e trabalho com seriedade.

Saí do estádio sem conseguir falar uma palavra.

Atônita e surpresa sim, porque eu acreditava que o elenco do Corinthians pudesse, pelo menos, honrar aqueles que acreditavam.

Porque sempre acreditei que eu, como torcedora, pudesse ter alguma importância (mesmo que financeira) para o clube.

Voltei para São Paulo pensando que por muito menos a torcida expulsou do clube um dos maiores jogadores da história do futebol, o Rivelino.

Que, mesmo naquele contexto importantíssimo que é um Corinthians X Palmeiras, ele pode ter errado, mas jamais entregado uma partida a nosso rival.

Que a gente pode ter perdido um clássico, um título, mas que não perdemos a dignidade tanto quanto neste domingo, em Campinas.

Nem quando fomos rebaixados para a Série B.

Sei que a falta de dignidade não é única e exclusiva da diretoria do Corinthians.

No próximo fim-de-semana, por exemplo, é a última rodada do campeonato e o Grêmio anunciou que pode escalar o time reserva contra o Flamengo apenas para prejudicar o Inter.

Que o mesmo Inter entregou uma partida para prejudicar o Corinthians contra o Goiás, em 2007.

Que muitas pessoas consideram isso absolutamente normal no futebol e depois reclamam de ética em seu trabalho, nas relações pessoais, enfim, em sua vida.

O futebol é espelho de tudo isto.

Se a falta de dignidade não é única e exclusiva da diretoria do Corinthians e do elenco corinthiano, é com ela sim que eu me preocupo, porque eles, infelizmente, carregam o escudo que eu defendo.

Se todos os anos para mim terminam com o fim da temporada de futebol, 2009 foi o ano que terminou mais cedo.

Curarei minha ressaca futebolística longe de Corinthians X Atlético Mineiro.

Sei que a minha fé no futebol retornará assim que a ressaca passar.

Que eu encerrarei o papo de “não bebo mais” e continuarei enchendo a cara dessa cachaça.

Que seguirei acreditando que outro futebol é possível: com dignidade, honestidade e hombridade.

Com jogador que defende o escudo do clube acima de qualquer dinheiro, com dirigente que recusa mala branca e leva em consideração sua torcida, com elenco que não entrega a partida, com torcedor apaixonado que prefere ver o time ganhar a ver o rival se dar mal.

Morrerei velhinha acreditando.

E precisarei de dois caixões: um para mim e outro para a minha santa ignorância.

*Leonor Macedo é corintiana e jornalista.

Via

Nov 6 2009
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Feliz dia do Designer

Post direto do meu Google Reader:

Eu não to nem aí para esse dia do Designer. Principalmente porque eu trabalhei normalmente nesse dia e não ganhei nada por isso, mas vendo o motivo) até que respeito.
De qualquer forma não pude deixar de me identificar com esse cartão!

5-design

Via

E esse pênalti?

Eu nunca fui muito ligado com futebol, nunca acompanhei muito o meu time, talvez porque morava fora de São Paulo, e lá quase nunca passava os jogos daqui.
Só quando me mudei para são paulo que comecei a assistir os jogos e acompanhar o campeonato.
Portanto pode-se imaginar que eu não sou um grande expert no assunto, logo, duvidas é o que não me faltam.


Duvidas, essas, que na verdade num fizeram muita diferença na minha vida. Até que vi aquele pênalti que teve que ser repetido no jogo do São paulo e Flamengo, onde o Ceni teria se adiantado e defendido o pênalti. Na hora até aceitei a vontade do juiz, mesmo ouvindo na TV que o juiz não deveria ter mandado voltar, pois esse erro, apesar de estar na regra, era muito comum e sempre e poucos juizes apitavam. Conversando com uns amigos, me disseram que o goleiro poderia andar na linha, lateralmente, mas não poderia sair da linha antes do chute.


ceni


Até que fui ver a final da Copa Mundial Sub-20. Notei que em muitas das cobranças, os goleiros também teriam se adiantado. Andaram, saíram da linha, antes da cobrança. Ou nesse caso a regra não vale?


mundial 1

mundial 4

mundial 4

mundial 4

mundial 4



Hoje ainda vi uma notícia comparando a defesa do Ceni com a defesa do Bruno, do flamengo, no jogo contra o botafogo:





E ainda fico pensando: e na paradinha? Caso o goleiro andasse, o jogador chutaria para o gol, e haveria repetição? Será que os juizes voltariam?


Bom, sei que o futebol é cheio dessas “interpretações”, dessas “injustiças”, mas entendo que nesse caso ela está passando um pouco dos limites, pois influência diretamente no resultado do jogo.

Oct 20 2009
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Sou Legal no Trânsito

Quem nunca se estressou com o trânsito parado de cada dia? Ou você é que estressa os outros?
É fácil acusar os outros, não? Será que você só vê o que fazem com você mas não percebe o que faz com outros?

A minha impressão é que ninguém se acha importante para o trânsito: acha que vai parar em fila dupla, mas é rapidinho; acha que se distrair no semáforo fechado, nem vai atrasar o resto do mundo; acha que só porque o trânsito ta livre e não tá com pressa, pode andar devagar na faixa da esquerda; e tem os que se acham espertos, ele gosta de ir pela faixa dos ônibus, mas quando para, quer entrar na sua frente. Será que é tão difícil de saber viver em sociedade? Porque, para mim, saber viver em sociedade é ter noção de que tudo que você faz, não só no transito, vai afetar diretamente outra pessoa.
Sei que você pode achar exagero, mas quanto menos você atrapalhar os outros, mais tranquila será, tanto a sua viagem, como as dos outros.

Tudo isso para apoiar a nova campanha “Sou Legal no Trânsito” do DENATRAN, são 4 vídeos que curtos: No Cinema, No Elevador, No Fast-Food e No Supermercado. Gostaria que eles não parassem por ai, pois exemplos de falta de educação no trânsito é o que não falta.
Apesar de não acreditar que os ignorantes, que cometem esses atos, não se identificarão com essa campanha a ponto de refletir sobre sua atitude. Talvez por causa disso eu acho que todos que presenciarem atos como esses, deveriam exigir os seus direitos, não deixe que furem fila, não vamos deixar os folgados tomarem conta.

Espero que essa nova campanha do DENATRAN faça com que você reflita. Para que na próxima vez que pegar o carro, pense que você é o culpado pelo trânsito.

Mais informações no site da campanha: Sou legal no Trânsito

Oct 2 2009
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É.. vamos ter as Olimpíadas em 2016

É não podemos fazer mais nada, já foi, f*deu, teremos mais um evento esportivo de grandes proporções no Brasil.

Eu sou totalmente contra, sim. Não queria ter, nem uma copa do mundo, nem uma olimpíada, nem um pan-americano no meu país. Principalmente vendo como anda a nossa administração em geral.
Todos deveriam saber que, no pan-americano, foi gasto muito além do previsto. E já podemos imaginar como serão os gastos no rio 2016, basta um rápida pesquisa:

Rio ganha Olimpíadas de 2016 e Brasil já se prepara para gastar R$ 25,9 bi
(…)Com isso, encerra um sonho que começou em 1992 e que já custou mais de R$ 180 milhões só em candidaturas. Chicago e Tóquio também foram superadas pelos cariocas.(…)

fonte: Folha

Rio-2016: Comitê brasileiro gasta quase R$ 1 mi em hotel na Dinamarca
(…)A Rio-2016 deve gastar, na estimativa mais conservadora, R$ 900 mil para abrigar dirigentes, políticos, prestadores de serviços e atletas no Hotel SKT Petri. Segundo funcionário do comitê, 230 dos 268 quartos estão fechados para receber o estafe brasileiro.
Até hoje, a candidatura do Rio não divulgara oficialmente o número de integrantes da delegação. Mas ao menos 200 pessoas estarão em Copenhague com as contas pagas por verba privada e pública – alguns quartos serão escritórios.(…)

fonte: Folha

Não sei o que o lula, ou o COI fez, mas não consigo entender como o Rio foi escolhido, ainda mais sabendo que Madri já tinha 77% das instalações já prontas.

Muita gente pode vir defender, dizendo que isso vai ser bom para o Rio, que tudo vai melhorar e Blá Blá Blá… Mas ninguém concorda que já era para ser assim? Por que precisamos de um evento desses para que o básico seja feito? Talvez porque assim seja mais fácil de superfaturar, eles dizem que é emergencial, fazem tudo sem licitação e todo mundo fica mais rico. Como foi no PAN.

Bom, ainda indico esse texto:

JANIO DE FREITAS: As concorrências do dia

Na disputa pela Olimpíada de 2016, muita coisa sugere que a vitória verdadeira dos cariocas estará na derrota

AS DUAS CONCORRÊNCIAS que têm no dia de hoje um marco importante – uma como ponto de chegada e a outra como ponto oficial de partida – exibem três aspectos em comum: são controvertidas, têm custos desproporcionais às disponibilidades e não correspondem a necessidades reais. Olimpíada e avião de caça, não sabíamos, são bem parecidos.

Na disputa do Rio pela Olimpíada de 2016, muita coisa sugere que a vitória verdadeira dos cariocas estará na derrota. Olimpíadas exigem gastos monstruosos.

O Pan, de exigências e dimensões insignificantes em comparação com uma Olimpíada, em vez do propalado lucro deixou um fundo rombo no Rio, no Estado do Rio e no governo federal. Com esse montante jamais informado à sociedade pelos três governos, deixou também um rastro de falsos orçamentos, superfaturamento e gastos injustificáveis que ficaram na mais absoluta impunidade, mesmo nos casos comprovados pelo Tribunal de Contas da União ao fim de dois anos de protelação. E vários dos responsáveis pelo Pan são agentes da Olimpíada. Só para chegar à decisão de hoje em Copenhague, a estimativa é que já foram gastos entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões, o que já oferece pistas em diversos sentidos.

O Estado do Rio não tem dinheiro para bancar a sua parte em uma Olimpíada, como evidenciam as infinitas necessidades, gritantes na maioria, para as quais também não tem. Entre o disponível e as necessidades, a situação da Prefeitura do Rio não é melhor.

A Olimpíada significa, portanto, dois efeitos simultâneos sobre as duas administrações: deslocamento de verbas para os altíssimos custos e endividamento a comprometer fluminenses e cariocas por longo período. E essas obras de Olimpíada não trariam para o Rio as melhorias alegadas, porque nada têm a ver com as necessidades prioritárias. Assim como, para a cidade, as tais melhorias a serem deixadas pelo Pan só deixaram gastos.

Os quase dez meses de Eduardo Paes têm dado à administração da cidade movimentação e atenções que havia muito não se viam. Ainda nem tanto em termos de resultado, mas de clima, esse é um fator muito positivo que, em vez de ampliar-se para provocar uma grande virada, seria interrompido, pela concentração de todo o empenho municipal na preparação da Olimpíada.

E, cá entre nós, depois da grandiosidade e da beleza estupenda da Olimpíada na China, a pretensão de fazer uma por aqui não é ideia das mais equilibradas, não. Mas interesses, é claro, são outra história.

Os nossos atletas dos negócios olímpicos foram-se para as alturas do Hemisfério Norte e de lá vieram os representantes da Boeing, que fica no extremo noroeste dos Estados Unidos, e da Saab, que é na Suécia. Estes, mais do que para fazer hoje a entrega das propostas de seus caças, por preocupação com as reiteradas manifestações do governo brasileiro pelos aviões franceses. Já os representantes da Dassault – messieurs Sarkozy, Lula e Jobim – estão despreocupados até da queda em má hora de dois dos seus produtos. Na expressão sucinta e grossa de monsieur Jobim, “não tem a ver”, e ponto.

Mas tem. Nelson Jobim diz que a intenção é dar tudo por resolvido em dezembro. Encerra-se o prazo das propostas, porém, sem que a recente queda de dois caças da Dassault (Rafale) esteja explicada. O choque por erro humano é apenas presunção. A qual não exclui a hipótese, por exemplo, de que um súbito defeito levasse um dos caças a chocar-se com o outro, nos retornos que faziam juntos para o pouso. E não é pouco estranho que os radares do porta-aviões Charles de Gaulle não tivessem registrado o choque dos caças, capaz de explicar ao menos o tipo de movimento que o causou. Sem esquecer que esse novo avião teve mais uma queda, em dezembro de 2007, também sem causa divulgada.

Tudo tem a ver em uma competição limpa, e atenta para os interesses legítimos do país. Seja pensando em confronto esportivo ou confronto bélico.

Fonte: Folha de S. Paulo (para assinantes)

Sep 22 2009
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E o Doritos Original está de volta?

Quem me conhece sabe que sempre senti falta do Doritos Original, e nunca entendi porque ele teria sido descontinuado. Várias foram as vezes que eu tentei entrar em contato com a Elma Chips para tentar entender o que havia acontecido, em uma delas eu até fiz um post colocando o meu ponto de vista.

Meu último e-mail enviado foi quando eles lançaram o Doritos chili. Novamente eu pedi a volta do Original, e não entendia como que criar um novo sabor poderia ser mais fácil que apenas não colocar sabor no Doritos.
E para todos os e-mails só recebi uma resposta automática.

Até que fui surpreendido, na semana passada, pela notícia de que iria receber uma surpresa relacionada com o Doritos Original. Surpresa que recebi ontem:

Doritos Original

Confesso que esperava um saco de Doritos Original.
E ao entrar no site vi que realmente meu desejo foi realizado.

site

O pior que, sabendo dos vários e-mails que eu havia enviado, somado a euforia do momento, eu cai na pegadinha do site, pois nem havia raciocinado que eu tinha colocado meu e-mail alí.
Mas mesmo assim eu ainda me considero um pouco responsável pela volta do Doritos, pois a comunidade do orkut nem é tão grande assim, e sempre tive a impressão de que as pessoas, em geral,  nem ligavam para o fim do Doritos Original, será que eles recebiam tantos e-mails?

Bom, me parece que o Doritos Original já está a venda. Mas hoje eu não o encontrei no Pão de açucar. Agora só me resta esperar e matar a saudade.

Quando eu achar vou atualizar o post com uma comparação entre os 3 Doritos, só pr mostrar a diferença do original  para o Dippas.

Sep 22 2009
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Se você resolver imprimir a internet…

Post direto do meu Google Reader:

Belos infográficos, mas acho que eles vieram um pouco tarde demais. Quem lembra do garoto que tentou imprimir a internet em 2006?? eu achei a noticia no Wnews). Talvez com esses dados ele não teria nem apostado.

se voce imprimir a internet

se voce imprimir a internet

se voce imprimir a internet

se voce imprimir a internet

se voce imprimir a internet

se voce imprimir a internet

If You Printed The Internet … | CreativeCloud .

Via

Sep 12 2009
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20 More Useful Adobe Illustrator Menu Tips

Post direto do meu Google Reader:

Esse post mostra vinte boas dicas para o Adobe Illustrator, mas a ultima, foi a que mais chamou atenção, pois, eu não sei porque, mas sempre tem aquele cliente, aquela gráfica, que pede para você mandar a arte em cdr, e para completar o corel é chato para abrir arquivos ai. Outra coisa é finalmente descobri uma utilidade para o .WMF (Windows Meta file).

(…)

20. Switching from Illustrator to Corel Draw

Sometimes Corel Draw doesn’t allow us to import .AI files due to some missing plug-ins. In such case, export your artwork as .WMF (Windows Meta file) from Illustrator. Before exporting a .WMF file, enlarge your artwork to almost 1200% larger size. After successful import in Corel, again resize it back to the original size.

This is done for a reason; the small objects with fine curves are treated as distorted polygonal shapes in the output. So, it will be good if the size of the objects is fairly large while exporting. The .WMF files containing gradients are rasterized while importing in Corel; so remove the gradients while exporting. You can re-color them in Corel Draw.

(…)

Via

Aug 25 2009
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Esqueça o apito

Post direto do meu Google Reader:

Hoje o Juca disse tudo que queria dizer para um amigo esses dias. Ele colocava a culpa no juiz para alguns vacilos do Palmeiras.

Estava pensando em escrever um post sobre isso, dizendo praticamente o que o juca disse: Todo mundo erra. E não é porque o juiz é o neutro que o erro dele tem mais peso.

JUCA KFOURI

Definitivamente, o melhor é não dar bola aos árbitros, que erram muito, mas não mais que os jogadores

PEGUEMOS O jogo do Pacaembu entre Corinthians e Botafogo, 3 a 3.

A rigor, dos seis gols, três podem ser contestados.

O segundo e o terceiro gols do Corinthians em falta e pênalti cavados por Jucilei e por Jorge Henrique.

E o segundo do Botafogo, com a mão esquerda de André Lima, que depois ergueu as duas mãos ao céu, para agradecer ao “deuslize”.

Além disso, houve um provável pênalti em Victor Simões no primeiro tempo que o árbitro deixou passar em branco.

Resultado: o resultado do jogo, com arbitragem eletrônica, seria outro, bem diferente, talvez 3 a 2 para os cariocas.

Só que arbitragem eletrônica é um sonho que está longe de se realizar, razão pela qual o mais inteligente é tratar menos de arbitragens, porque apesar da fragilidade dos apitadores, temos de reconhecer que é covardia comparar o olho humano ao da TV.

E mesmo assim cabem ponderações: provavelmente o apitador de ontem, dirá que o lance em Victor Simões não foi mesmo nada, pura encenação, e que tanto Jucilei como Jorge Henrique de fato receberam apenas dois leves empurrões, mas suficientes para derrubá-los em terreno tão escorregadio como estava o gramado do Pacaembu.

E ao reconhecer a mão na bola de André Lima (3 a 2 para o Corinthians…) diria que é humano, que erra, e lembraria o gol de Maradona contra a Inglaterra ou o de Túlio contra a Argentina, ou o de…

Mas, se esperto, diria também que Jorge Henrique e Dentinho perderam dois gols feitos no primeiro tempo.

Que Mano Menezes demorou a tentar trancar o esfacelado Corinthians e que nada justifica o pênalti cometido pelo zagueiro botafoguense Léo Silva que atropelou Dentinho como uma jamanta desgovernada.

Porque é isso mesmo. Jogadores, técnicos, analistas de arbitragem, jornalistas em geral, também erram muito e será honesto reconhecer que o empate no Pacaembu se desenhava independentemente da arbitragem.

O raro leitor e a amável leitora já se deram conta de que não há mais uma entrevista de treinador que tenha perdido um jogo que não se livre da responsabilidade atribuindo-a ao apitador.

Há até aqueles que dizem não ter por hábito falar do árbitro para, em seguida, abandonar o discurso.

É claro que não dá para fazer a crônica desse 3 a 3 sem referência às lambanças, mas é de se ter sérias dúvidas se foram elas as responsáveis pelo placar final.

Como é de se lamentar a necessidade de ficar de olho no apito porque, de tempos em tempos, somos assolados por casos “Cattani”, em 1996, “Ivens Mendes”, em 1997, “Loebeling/Armando Marques”, em 2001, e, mais recentemente, o caso “Edílson Pereira de Carvalho”, em 2005.

Vale lembrar, porém, que quem mais reclama da solução encontrada em 2005 – a repetição dos jogos suspeitos – é quem hoje mais suspeitas lança sobre as arbitragens, o cartola Fernando Carvalho, do Inter, que lembra o senador Aloizio Mercadante, pois promete ir às últimas consequências, mas se curva, pragmaticamente.

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Aug 18 2009
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Vá Estudar, Zezinho!

Post direto do meu Google Reader:

Esse texto diz tudo. Apesar de não querer jogar a Univeridade como única opção, eu a considero a melhor e mais eficiente para te iniciar, porque ai o seu dia-a-dia no trabalho vai terminar de te ensinar.

Vá Estudar, Zezinho!

por Paulo de Loyola

Volta e meia estoura uma discussão, seja em listas ou em botequins frequentados pela turma criativa, sobre a diferença entre os micreiros e os designers. Uns dizem que isso é tolice, que todo mundo é designer, outros dizem que saber operar um programa gráfico não faz de ninguém um designer. E arrasta-se a discussão por um bom tempo (ou muitos e–mails). Não vou entrar aqui na questão da formação universitária ou na da regulamentação da profissão; essas batatas quentes eu vou deixar para depois. Mas vamos colocar aqui que existe, sim, uma grande diferença.

Mas, espera um pouco, Zezinho! Antes de começar a me tacar mouses e tablets na cabeça, preste um pouco de atenção e leia até o fim. Já adianto que não estou dizendo que operadores de programas de computador são algum tipo de pessoas de segunda classe, como políticos, ou outra bobagem do tipo. Muito pelo contrário, a maioria deles é composta de profissionais extremamente competentes que dominam muito bem a ferramenta ou as ferramentas com as quais trabalham, muitas vezes melhor do que os designers em si. Ocupam um nicho de mercado de altíssima importância. Contudo, por outro lado, isso não faz deles designers — da mesma forma que um operador de gráfica, por melhor que seja, também não é um designer. Não é a ferramenta que faz um profissional. Eu posso aprender muito bem a usar as ferramentas de um pedreiro mas isso não vai fazer de mim um engenheiro civil. E da mesma forma que um engenheiro civil não constrói um prédio sozinho, o designer também não precisa, e muitas vezes não consegue, operacionalizar sozinho um projeto.

Porque um designer é, antes de mais nada, alguém que verifica conceitos, estabelece projetos a partir de uma metolodogia e determina sua melhor execução. Independente da ferramenta a ser utilizada. Essa ferramenta pode ser um programa de computador, uma tela de silkscreen, os velhos papel e lápis, ferramentas de corte para madeira ou um spray e um muro. Tudo isso vai depender do projeto a ser executado. Partir da ferramenta para desenvolver projeto é colocar o carro à frente dos bois, quase que literalmente. Isso é um erro primeiro por limitar o projeto às ferramentas dominadas ou disponíveis, depois por engessar o desenvolvimento normalmente a uma série de antecedentes já desenvolvidos naquela ferramenta (ou seja, vai pela moda). De qualquer maneira, Zezinho, se você não tem uma conceituação de projeto o seu resultado final vai ser sempre uma cópia ajustada de alguma coisa ou não vai atingir os objetivos propostos pelo seu cliente.

Conceito, meu caro, projeto. Tudo isso é mais do que essencial. Só que conceitos e projetos não são algo que “baixam” no designer que nem santo em terreiro e nem surgem por inspiração em noites estreladas. Eles são o resultado de um pensar estruturado e metodológico baseado em uma série de conhecimentos que se vai acumulando e adquirindo através de estudo constante. E, não adianta, esse conhecimento é teórico.

“A–HA!”, grita Juquinha, lá da terceira fileira do fundo, “Eu sabia que ele ia falar de universidade!”

Calma, amiguinho, calma. Universidade também se encontra nesse escopo. Um curso politécnico ou um bacharelado são métodos de se ter esse conhecimento concentrado em uma estrutura de aprendizado estruturada e fácil de ser acompanhada. Bem, pelo menos mais fácil do que se você tiver de sair catando essas informações por todo canto. Mas, claro que a faculdade não é a única maneira de se obter esse conhecimento. Com uma certa dose de força de vontade, paciência e uma ajuda de quem já conheça, tudo isso está disponível em livros, sites, cursos avulsos ou mesmo na velha relação mestre/discípulo, que não aparece só em filmes de kung–fu. O problema maior não é, porém, saber onde arrumar esses conhecimentos. É saber quais são esses conhecimentos.

Eis a má notícia, Zezinho… É justamente aquele conhecimento teórico chato de coisas que a gente normalmente fica coçando a cabeça querendo saber para que serve quando não os conhece mas que faz maravilhas nas mãos de quem os domina. Coisas com nomes estranhos como Gestalt, Semiótica, Semiologia, ou não tanto como História, Estética, Tipografia e outras do tipo. São essas teorias todas que, juntas, formam um corpo de informações que dão ao designer uma educação do pensamento e do olhar que lhe servirão, em última instância, para pegar todos os dados de um briefing e transformar aquilo em uma coletânea de conceitos focados e viáveis que serão utilizados para aquele tal de processo que falamos antes. Ah, e a tal da metodologia também é um desses conhecimentos teóricos. Sem essa teoria toda na cachola, os conceitos utilizados e o projeto resultante serão — perdoe–me a franqueza, Zezinho —, puro chute. É claro que você pode ser um daqueles que acerta a maioria dos chutes. Mas isso é contar com a sorte. Se eu dissesse que ao invés de trabalhar eu prefiro jogar na loteria todo mês para garantir meu salário você não acharia estranho? Pois é… É quase a mesma coisa.

Contudo, não se esqueça que essa teoria não vai adiantar de nada se você não souber colocá-la em prática. Teoria por teoria só é boa se você for um acadêmico ou para discussão em mesa de bar. Estudou? Aprendeu? Então transforme informação em conhecimento. Veja quais as melhores formas de aplicar aquela teoria no dia–a–dia profissional. Pense por si mesmo fora dos limites da caixa teórica e, assim, adicione o seu conhecimento (pensado, embasado e testado na prática) ao escopo dessa teoria. E não seja egoísta! Repasse esse conhecimento.

Mas… Tem sempre um mas, não é, Zezinho? Jamais, repito, jamais jogue teorias na cara do seu cliente. Não vai dar bom resultado, garanto. Ele não quer saber da sua teoria ou o quanto você é esperto. Ele quer ver os resultados. A teoria é a sua ferramenta de trabalho mais importante mas isso não significa que você precise exibí-la para quem não se interessa por ela. Com o cliente, esqueça a teoria e fale que nem gente.

Então, feche um pouco os seus tutoriais de Photoshop e Illustrator e vá procurar bons livros de teoria do design. Ou inscreva-se em um curso superior, ciclo de palestras ou seminários. Ou seja… Vá estudar, Zezinho!

Via

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